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"Para o céu, mas porque não graduados!?"

Uma conversa com o jovem professor idealizador da Advest


São Paulo, 03 de setembro de 2007


PERFIL|EDUCAÇÃO
Por Dayane Garcia 


Foi o jovem professor de 21 anos, Josias Coutini, o idealizador da Advest, uma feira de vestibular que hoje faz parte da grade curricular da rede adventista em São Paulo.

À frente do projeto pelo segundo ano consecutivo, o professor conta um pouco dos bastidores do espaço do vestibulando. Confira a entrevista.
 

Como surgiu a idéia da Advest?
Nós sentimos que tinha toda uma debilidade com o ensino médio. Como fazer nosso ensino se tornar reconhecido e como falar de vestibular com nossos alunos eram uma das dificuldades. Daí nasceu a Advest. No começo foi bastante engraçado. A idéia era fazer somente para os alunos de Interlagos, uma coisa pequena pra começar a falar em vestibular. Mas nossa ex-coordenadora, professora Luisa, deu a idéia de estender pros outros colégios. Levamos a idéia para a diretoria geral e a professora Cristina Banhara aceitou de primeira, investiu no projeto e em 2006 nós começamos com cerca de 1000 alunos.

O que mudou nesta segunda edição?
A divulgação foi maior, automaticamente, o número de alunos foi maior, e o de expositores e de faculdades que compraram a idéia também.

Como foi o contato com as faculdades?
Todo o relacionamento é muito puxado. Até que você localiza qual é o marketing, qual é o contato da faculdade, até que eles vejam que há possibilidade de crescer e angariar alunos com o evento é uma luta. São vários e-mails, vários telefonemas até dar certo, mas graças a Deus eles compraram a idéia.

Qual é o real objetivo da Advest?
Eu falo que existe um bordão para a Advest que diz assim: o colégio Adventista quer levar os alunos para céu, mas já que vai levar para céu, porque não graduados!? (risos) Queremos colocar o nome vestibular na boca dos alunos, mostrar que eles podem e para isso eles precisam se sentir suportados, alicerçados com a informação de cada curso que lhes interessa. Então, aquele cara que queria fazer Educação Física só porque gosta de jogar bola, quando participa de um workshop vê que terá que estudar biologia, anatomia, que não é tão simples assim. Então ele começa a pensar melhor na escolha da carreira. E esse é o objetivo, deixar o aluno saber o que espera por ele.

Você é bem jovem, formou-se há pouco tempo e já realizou um evento grande e importante como este. Qual é a sua inspiração ou motivação?
Eu dou graças a Deus. Deus está à frente desde quando o projeto nasceu e eu tenho que agradecer a todos que compraram a idéia. Fico muito feliz por estar funcionando e se Deus quiser ano que vem temos a edição 2008. Vamos terminar este pensando no outro, porque é muito bom ver os alunos também comprando a idéia, vindo e trazendo amigos.

Quais são as universidade que estão oferecendo o vestibular gratuito?
Nós fizemos o Advest numa data estratégica. É uma data semanas antes das faculdades lançarem as inscrições para o processo seletivo. Então o que as faculdades estão fazendo é um mini cadastro, com exceção do Senac, USP, Unicamp e Mackenzie que tem o departamento de vestibular terceirizado. Mas todas as outras vão entrar em contato e bater o martelo na inscrição gratuita de todos os alunos. O aluno não precisará procurar a faculdade, basta preencher o cadastro com as informações corretas que a faculdade entrará em contato para dar as próximas informações. O serviço de vestibular foi combinado diretamente com o marketing.

Quem mais ganha com a Advest?
Com certeza há uma parceria. O aluno ganha e a rede educacional ganha. Nossa rede ganha por mostrar o valor que damos ao aluno, o alicerce que temos para vê-lo aprovado. O aluno ganha com a informação, ele não tem dúvida, não vai fazer dois anos de cursinho. Nós falamos que cursinho não dá certificado, ninguém fica graduado no cursinho, então o objetivo é ele ganhar porque ele esta vendo agora o que quer e já vai prestar vestibular assim que sair do médio. E as universidades também ganham por ver os alunos que os esperam.

Apesar de o Advest ser um evento para os alunos da rede Adventista, vocês abriram para a comunidade. Por quê?
Tem todo um cunho social, tanto que o que marcou o evento foi uma professora de rede pública lá do Capão Redondo que foi até a central do evento e perguntou como faria pra trazer seus alunos da rede pública pra cá. Ela conseguiu trazer os alunos, veio com um ônibus e eles estão aqui. Muitas vezes eles não teriam acesso a estas informações, estes workshops, mas estão aqui conosco usufruindo do mesmo que os nossos alunos. Isto pra nós também é muito gratificante.


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