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Terça-Feira,
20 de Fevereiro de 2018




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Como vão os seus avós?

FAMÍLIA
Artigo escrito por 
Felipe Aquino


No próximo dia 26, comemoramos o Dia da Avó. É uma grande oportunidade de refletir sobre a importância da avó na vida da família e da sociedade. Mais do que lançar confetes, precisamos pensar com seriedade sobre a sua vida. Hoje em dia, a avó tem cada vez mais importância na vida da família – de seus filhos e netos.

Como a maioria dos pais e mães trabalham fora de casa, muitos netos ficam sob a responsabilidade das avós, que prestam um grande serviço a seus filhos na educação dos netos. Sua sabedoria e experiência nos assuntos do lar ajudam muito na educação das crianças.

Por outro lado, os netos podem ser a alegria das avós. Um velho ditado diz que “ser avó é ser mãe com açúcar”. Então, a presença dos netos vivifica as avós e lhes dá um novo sentido à vida. Isso tudo precisa ser valorizado. Certa vez, ouvi de uma avó feliz que “a alegria da mulher idosa é ser avó”. De fato, atualmente há muitas avós cheias de vida, capazes de se doar para o bem da família de seus filhos.

Mais do que nunca, elas podem transmitir aos netos toda a bagagem rica que acumularam durante a vida: o amor ao próximo, a simplicidade de viver respeitando os outros, a modéstia no falar, no vestir e no agir, o desprendimento das coisas materiais, a valorização da vida espiritual, a pureza das intenções, a sabedoria de viver, a discrição, o domínio de si mesmo, a paciência, a calma nos momentos de dificuldade, a bondade...

Como é na família que a criança cresce segura e respeitada, feliz e equilibrada, a avó é uma presença importante para ajudar a família a cumprir o seu indispensável papel de formar os homens e as mulheres da sociedade, com caráter.

Por outro lado, quando não há uma família que a ampare, a avó idosa não tem condições de viver bem e gozar de alguma saúde. Fora do ambiente de um lar, ela pode se ver abandonada, ficar sozinha e solitária. E nada pior para uma pessoa idosa que sentir-se abandonada, desprezada e desvalorizada.

Em um mundo que é, às vezes, injusto e insensível, muitas avós já idosas estão abandonadas nos asilos. Ainda pior, é quando lhes pesa sobre alma a ameaça da eutanásia, que a cada dia cresce no mundo todo. Há pouco tempo, senhorinhas holandesas estavam deixando os asilos daquele país em direção à Alemanha, com medo da eutanásia. Que horror!  Que injustiça!

Na velhice, todas as faculdades físicas enfraquecem. Os olhos já não enxergam como antes, os passos agora são lentos e, muitas vezes, precisam do apoio de bengalas. Os ouvidos já não ouvem bem e os dentes já não são fortes como antes. Os braços já não podem fazer força e o corpo dói com facilidade, porque os músculos são frágeis e todos os órgãos já estão cansados. Facilmente, a doença se instala. Essa é a fase que a avó mais precisa do calor dos netos e netas, além de seus filhos.  É nessa hora que se conhece a grandeza de uma família. Uma civilização verdadeira se prova na atenção que dá aos mais fracos e doentes.

Não foi por acaso que Deus colocou entre os Dez Mandamentos um especialmente para os pais: “Honrar pai e mãe”. São Paulo diz que esse Mandamento é “o primeiro” que vem acompanhado de uma promessa de Deus. “Honra teu pai e tua mãe, para que sejas feliz e tenhas vida longa sobre a terra” ( Efésios 6:2).


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