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Terça-Feira,
20 de Fevereiro de 2018




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Terminologia politicamente correta

Uma terceira postura é evitar questões problemáticas escondendo-se sob a areia movediça de jargões politicamente corretos. Em meados de 2002, um noticiário da CNN discutiu os escândalos financeiros envolvendo as companhias americanas Enron e WorldCom. Quando o repórter da CNN, Wolf Blitzer, chamou os problemas contábeis de "contas nebulosas", o convidado entrevistado discordou imediatamente, dizendo: "Isso é fraude mesmo!"

É realmente interessante observar como a linguagem tem mudado. Promiscuidade não é mais chamada de "fornicação", mas "ser sexualmente ativo". "Prostitutas" são classificadas como "profissionais do sexo". Quando civis inocentes são "assassinados" durante uma guerra, isso é chamado de "perdas colaterais". A homossexualidade, antes classificada como "conduta imoral", tornou-se simplesmente "estilo de vida alternativo".

Esse tipo de manipulação de palavras e de terminologia pode ser observado mesmo na comunidade cristã, onde, por exemplo, o engano proposital é chamado de "tática diversiva", "estratégia imaginativa", "brincadeira" ou "solução prática". O que aconteceu à necessidade de chamar as coisas pelo seu nome real? A escritora cristã Ellen White nos conclama, dizendo: "Chamai o pecado pelo seu verdadeiro nome. Declarai o que Deus disse com relação à mentira, à transgressão do sábado, ao roubo, à idolatria e a todos os outros males."

Isaías 5:20 adverte: "Ai dos que ao mal chamam bem e ao bem, mal." Em lugar da palavra "ai" algumas versões bíblicas usam o termo "maldito" ou "destruição sobre". Essa palavra "ai", na língua hebraica, é normalmente usada em relação a lamentos funerários. A versão bíblica New English Translation diz: "Aqueles que ao bem chamam mal estão praticamente mortos."

Tenha cuidado com as perspectivas politicamente corretas. Por quê? Porque muitos termos "afáveis" tendem a minimizar o mal de certas práticas, tornando mais difícil o reconhecimento da verdadeira pecaminosidade dessas ações e, portanto, dificultando a aceitação da necessidade de um Salvador.

O desafio é declarar definitivamente "certo" aquilo que Deus chama de certo, e "errado" aquilo que Deus chama de errado, mas devemos fazê-lo de modo compassivo, no espírito de Cristo, a fim de que as pessoas possam reconhecer a necessidade de um Salvador. Então elas se voltarão para Cristo e Ele lhes oferecerá perdão e purificação, conforme a promessa de I João 1:9: "Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça."

Ron du Preez
Dr. em  Ministérios pela Universidade Andrews; Th.D. pela Theological Ethics, Universidade da África do Sul. Colaboração de Sérgio Santeli


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