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Terça-Feira,
20 de Fevereiro de 2018




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Design Inteligente: evidente, mas ignorado

É como na história do elefante que está na sala de estar e, no entanto, apenas por uma questão de respeito e etiqueta, ninguém pergunta ao dono da casa o que o animal faz ali. O dono da casa age como se o elefante não existisse. Com o tempo, os convidados acabam se habituando à presença do paquiderme e ninguém dirá depois que havia mesmo um enorme elefante na sala. Isso porque o anfitrião nunca foi confrontado com a questão mais óbvia: "O que aquele elefante faz ali?"

Só aqueles os que são considerados "teoristas da conspiração" é que têm a coragem de fazer a pergunta. E mesmo correndo o risco de passar por deselegante com os adoradores de Darwin, não posso deixar de perguntar: Por que é tão difícil para alguns ver as evidências de design inteligente na criação?

Um exemplo (mais um) disso pode ser constatado na edição de 28 de fevereiro da revista Veja. Na matéria "Em busca da inteligência artificial", há uma comparação interessante: "Com a tecnologia hoje disponível, seria necessário um supercomputador que ocuparia uma área aproximada de quatro Maracanãs para reproduzir de forma digital a capacidade de processamento dos 100 bilhões de neurônios do cérebro humano."

O cérebro é tão tremendo que o famoso astrônomo Carl Sagan escreveu: "A informação contida no cérebro humano expressa em bits é provavelmente comparável ao número total de conexões entre os neurônios - cerca de 100 trilhões de bits. Se fosse escrita em inglês, digamos, essa informação encheria 20 milhões de volumes, o equivalente em volumes ao acervo das maiores bibliotecas do mundo. A equivalência dos 20 milhões de livros está dentro da cabeça de todos nós. O cérebro é um lugar muito grande num espaço muito pequeno [...] A neuroquímica do cérebro é extremamente ativa. É o circuito de uma máquina mais maravilhosa do que qualquer uma que o ser humano já tenha visto" (Cosmos, pág. 278). Curiosamente, Sagan era darwinista!

Lendo a matéria de Veja, não pude deixar de me perguntar também: Se seres humanos inteligentes não podem criar coisa alguma próxima do cérebro humano, por que deveríamos esperar que leis naturais não inteligentes o fizessem?

Perdoe-me a falta de etiqueta, mas o elefante está aí. Você está vendo?

Michelson Borges*

*Jornalista, ediditor da Casa Publicadora Brasileira, autor do livro "Nos Bastidores da Mídia"  
 
 Home-page :
www.michelsonborges.com 
 
 E-mail :
michelsoborges@cpb.com.br
 


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