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Quarta-Feira,
25 de Abril de 2018




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Dai-lhes vós mesmos de comer

São Paulo, 19 de novembro de 2009

COMUNICAÇÃO
Ronaldo de Oliveira

Você já passou fome? Muita fome, fome mesmo?Ainda hoje, antes de terminar o dia, 275 mil pessoas engrossarão as fileiras dos famintos deste mundo. Um em cada sete habitantes da Terra padece de fome. “Quase 100 mil mortes diárias do planeta se devem à fome. Dentre elas, 30 mil são de crianças com menos de 5 anos. Mais de três torres gêmeas por dia que se desmoronam em silêncio, sem que ninguém chore ou construa monumentos” comenta o conhecido Frei Bento.

Esta não é uma realidade do “mundo”, mas do Brasil, do seu Estado, de sua cidade, do seu bairro, da sua rua  ou mesmo da sua família. Aqui, os dados também nos chamaram a atenção: nosso país é o 9º com o maior número de pessoas com fome, tem 15 milhões de crianças desnutridas; 45% das crianças brasileiras, menores de 5 anos, sofrem de anemia crônica e 9% das crianças morrem antes de completarem 1 ano de vida.

Se as estatísticas, que já são feitas há vários anos, realmente ajudassem, a fome já estaria exterminada. Ficar surpreso e mesmo aterrorizado diante destes números não resolve nada, a menos que nos envolvamos, não nas pesquisas, mas com as pessoas.

Dizer que a culpa é do governo, dos ricos, entre outros, também não vai ajudar muito, embora seja nossa função pontuar soluções a estes níveis. Mas, podemos fazer algo agora, aqui.

Vamos tomar o exemplo do maior Mestre que este mundo já conheceu – Jesus. O livro que conta a Sua história diz que sua vida foi relevante. Ele andava de cidade em cidade, de vila em vila, de povoado em povoado. Falava com homens e mulheres, ricos e pobres, doentes e sãos, adultos e crianças. Por que é importante pontuar estas atitudes? Bem, se temos que seguir o exemplo de alguém, que seja deste ser especial, misericordioso, amoroso e disposto a dar a vida pelas pessoas. Ele disse de si mesmo: “Eu sou o Pão da Vida”. Sua preocupação com o alimento espiritual era tão importante quanto sua visão das necessidades físicas das pessoas.

Certa vez, Ele estava suprindo a fome espiritual das pessoas, terminou de falar e percebeu a preocupação dos discípulos que lhe sugeriram para dispensar a multidão, a fim de buscarem comida pelos caminhos. O que você diz sobre isso? Esta atitude parece não ter sido nada cidadã, não é mesmo? Dizer: “Senhor, dispense estas pessoas para que elas se virem, vão achar algo, afinal de contas nós já fizemos a nossa parte e as alimentamos espiritualmente”.O que acha disso? Legal! “Lavamos as mãos!” Porém, a frase de Cristo em resposta a esta ideia foi fulminante: “Dai-lhes vós de comer”. “Como?” Reagiram eles. “Nós? Com o que? Despedi-las é a melhor ideia, mais econômico, menor em compromisso”.

Aqui está a questão! Antes de criticarmos aos discípulos, olhemos ao nosso redor e vamos analisar nossa atitude. Temos tido a coragem de passar para outros o que podemos fazer em prol destes pequeninos? Temos arregaçado as mangas para usar o que está ao nosso alcance, mesmo que sejam alguns pães e poucos peixes?

Falar do Reino de Deus e teorizar os grandes termos religiosos é fácil! Porém, ser cristão é muito mais do que vestir uma camiseta com dizeres de ordem, levantar estatísticas (que até nos ajudam a conhecer a situação), ensinar as palavras da Bíblia, etc. Ser cristão é fazer o que Cristo fez. Ele alimentou a multidão.“Desculpe-me”, você pode dizer, “mas eu não sei fazer milagres”. Ok! Eu também não! Entretanto, permita-me dizer-lhe algo. O maior milagre que Cristo espera de nós é o que Ele mesmo disse nos Evangelhos: “Tive fome e me deste de comer, tive sede e me destes de beber, estava nu e me vestistes, estava doente e prisioneiro e fostes ver-me.” Isto é Religião! Amando, façamos algo em prol dos pequeninos da nossa comunidade. Mexa-se! Levante as necessidades da sua comunidade; Convide amigos para esta empreitada; Peça ajuda e sabedoria de Deus;

Ajude as pessoas a terem autoimagem positiva; Ensine a “pescar”, mas dê o peixe para aqueles que estão desfalecidos; Junte com os amigos alimentos para serem distribuídos; Transforme o mundo, mas lembre-se que esta transformação começa em uma vida de cada vez – enxergue esta vida que precisa de seu apoio para ser transformada.

Oriente-se para saber como fazer tudo isso da melhor forma possível, buscando, inclusive, o auxílio da ADRA (Agência Adventista de Desenvolvimento e Assistência Social) Telefone: (11) 2128-1167 / 1168. Não se esqueça de levar junto com o Evangelho um pedaço de Pão. Não se esqueça das Palavras de Jesus: “Daí-lhes vós de comer”.

Isto é comigo, isto é com você!


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