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Terça-Feira,
20 de Fevereiro de 2018




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Um Ateu Garante: Deus Existe!

“Minha jornada para a descoberta do Divino tem sido, até aqui, uma peregrinação da razão. Segui o argumento até onde ele me levou, e ele me levou a aceitar a existência de um Ser auto-existente, imutável, imaterial, onipotente e onisciente”

São Paulo, 11.03.2009

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Por Michelson Borges

Estou lendo dois ótimos livros: O Sacerdócio Expiatório de Jesus Cristo (Casa) e O Irmão de Jesus (Hagnos). O primeiro estou lendo como pré-requisito de uma disciplina do mestrado em Teologia. Oportunamente irei comentar algo sobre os dois. O “problema” é que ontem chegou uma encomenda que eu havia feito há algum tempo: o livro Um Ateu Garante: Deus Existe, do inglês Antony Flew (Ediouro, 191 p.). Não resisti, deixei os outros dois temporariamente de lado e dei uma boa olhada no testemunho do maior ateu do século 20. Parece mesmo ser muito bom! Segundo o texto da orelha, Flew é considerado o principal filósofo dos últimos cem anos (seu ensaio Theology and Falsification se tornou um clássico e a publicação filosófica mais reimpressa do século 20) e passou mais de cinquenta anos defendendo o ateísmo. Filho de pastor metodista, ele sempre foi incentivado a buscar razões e explicações para as coisas em que acreditava. Tornou-se ateu, formou-se em Oxford, lecionou em universidades importantes, mas foi justamente a vontade de buscar a razão de tudo que o fez rever seus conceitos sobre a fé.

O livro se divide em duas partes. Na primeira, Flew conta como chegou a negar a Deus, tornando-se ateu. Na segunda, ele analisa os principais argumentos que o convenceram da existência do Criador. No fim, há dois apêndices preciosos: “O novo ateísmo” (no qual são analisadas as principais ideias de ateus como Dawkins e Dennett) e “A auto-revelação de Deus na história humana” (com argumentos sobre a encarnação e a ressurreição de Jesus Cristo).

Em minha olhada rápida pelas páginas do livro, encontrei esta pérola: “Minha jornada para a descoberta do Divino tem sido, até aqui, uma peregrinação da razão. Segui o argumento até onde ele me levou, e ele me levou a aceitar a existência de um Ser auto-existente, imutável, imaterial, onipotente e onisciente” (p. 144).

E você, está disposto a fazer essa busca?


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