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É fácil encontrar a felicidade?

Felicidade. Todos querem a felicidade, a procuram, mas infelizmente não a acham. E por que não a encontramos?

São Paulo, 28.01.2009

COMUNICAÇÃO
Por Gislaine Westphal

Vivemos numa fantasia, idealizamos muitos acontecimentos em nossa vida, e felizmente a nossa vida não é um filme, ela é real. Podemos errar, mudar, aprender e com isso seguir em frente. 

O caminho da felicidade tem que passar pela serenidade, pelo aprender a ser uma pessoa serena. Isto não é o mesmo que ser passiva, bobinha, ingênua. Mas pode ser o resultado de muitas experiências duras na vida que a pessoa passou, sofreu, doeu, machucou, mas aprendeu a permanecer calma e confiante. Felicidade é isso. Serenidade não depende de emoção. Ela é uma postura de vida. Um dia de cada vez. Um momento de cada vez.

Procurando sobre felicidade, encontrei um texto de Mário Quintana, e vi que o Dr. Cesar Vasconcellos, que contribui com alguns artigos em nosso site, comentou sobre o texto e fez uma bela relação com a felicidade.

Felicidade Realista, Mário Quintana 

 “A princípio bastaria ter saúde, dinheiro e amor, o que já é um pacote louvável, mas nossos desejos são ainda mais complexos. Não basta que a gente esteja sem febre: queremos, além de saúde, ser magérrimos, sarados, irresistíveis. Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida e o cinema: queremos a piscina olímpica e uma temporada num spa cinco estrelas. E quanto ao amor? Ah, o amor... não basta termos alguém com quem podemos conversar, dividir uma pizza. Isso é pensar pequeno: queremos AMOR, todinho maiúsculo. Queremos estar visceralmente apaixonados, queremos ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados, queremos jantar a luz de velas de segunda a domingo, queremos ser felizes assim e não de outro jeito. É o que dá ver tanta televisão! Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista. Ter um parceiro constante pode ou não, ser sinônimo de felicidade. Você pode ser feliz solteiro, feliz com uns romances ocasionais, feliz com um parceiro, feliz sem nenhum. Não existe amor minúsculo, principalmente quando se trata de amor-próprio. Dinheiro é uma benção. Quem tem, precisa aproveitá-lo, gastá-lo, usufruí-lo. Não perder tempo juntando, juntando, juntando. Apenas o suficiente para se sentir seguro, mas não aprisionado. E se a gente tem pouco, é com este pouco que vai tentar segurar a onda, buscando coisas que saiam de graça, como um pouco de humor, um pouco de fé e um pouco de criatividade. Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável. Fazer exercícios sem almejar passarelas, trabalhar sem almejar o estrelato, amar sem almejar o perfeito. Olhe para o relógio: hora de acordar. É importante pensar-se ao extremo, buscar lá dentro o que nos mobiliza, instiga e conduz, mas sem exigir-se desumanamente. A vida não é um jogo onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio. Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade. Se a meta está alta demais, reduza-a. Se você não está de acordo com as regras, demita-se. Invente seu próprio jogo. Faça que for necessário para ser feliz. Mas não se esqueça que a felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade. Ela transmite paz e não sentimentos fortes, que nos atormenta e provoca inquietude no nosso coração. Isso pode ser alegria, paixão, entusiasmo, mas não felicidade.”  

Você tem experimentado serenidade? Serenidade faz parte da felicidade conceituada por Mário Quintana acima, e você consegue isto quando aceita as coisas que não pode modificar, que não tem controle sobre elas, mesmo que não concorde com elas.

Segundo o Dr. Vasconcellos, além de aceitar, é preciso fazer alguma coisa para conseguir serenidade, como por exemplo, evitar tudo aquilo que o faz sofrer, evitar criar armadilhas para si mesmo e, claro, cair nelas. Evitar agir igual, repetir aquele comportamento nos seus relacionamentos com as pessoas que você já sabe que produz dor, complicações, confusão, brigas. Sempre evite a primeira briga.

Quintana, no texto acima, diz que a felicidade transmite paz, não sentimentos fortes. Nesse contexto serenidade é assim, uma paz, não sentimentos arrebatadores de alegria, euforia, paixão.

Felicidade é algo macio, calmo, suave, compassivo, como diz a palavra – sereno. Não sentimentos de euforia. Uma pessoa que experimenta a serenidade é como uma árvore que pode ser balançada por um vento forte que derruba muita coisa ao seu redor, mas ela permanece ali, firme, bonita, resistente.

Fonte: Artigo Felicidade e Serenidade

 

 


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