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Quarta-Feira,
26 de Setembro de 2018




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A era do Cristo compartilhado

São Paulo, 22 de julho de 2008

COMUNICAÇÃO
Erico Farias*

Para alcançar as pessoas deste novo século é preciso usar as ferramentas atuais e se colocar dentro do contexto da época, a era do conhecimento compartilhado. A Biblioteca do Congresso Americano tem mais de 29 milhões de livros catalogados, mas parece mais confortável pesquisar nas enciclopédias encontradas na internet.

Um caso é a Wikipédia, onde os usuários podem escrever sobre os assuntos e outros que encontram erros, podem revisar os conteúdos; geralmente especialistas fazem isso. Parece que tudo está lá. Mas será que este conhecimento compartilhado realmente pode mudar a vida das pessoas que perecem por falta de informação?

Muita gente tem sua vida regida por princípios encontrados em livros; os livros que regem muitas vidas através do legado deixado pelos autores são vários. O livro vermelho de Mão Tse-Tung, que foi distribuído gratuitamente para leitura obrigatória na China. O Capital, de Karl Marx, um marco no pensamento socialista marxista.

Os cristãos também tem o seu livro: A Bíblia Sagrada. Aí que parece estar o problema para aqueles que não tem alguma religião. No mundo religioso existem três livros que moldam a vida de seus seguidores, a Tora, a Bíblia e o Alcorão, isso sem falar do Talmude, e do Livro dos Mórmons.

O conhecimento entre esses povos é compartilhado através das gerações, os pais passam para os filhos os ensinamentos que levam tornam a vida santificada na terra e como chegar ao máximo da experiência com Deus. Uns radicais, outros mais conservadores. Muitas pessoas que simpatizam por um ou outro livro desconhecem que tal conhecimento leva para caminhos totalmente diferentes, embora prometa levar para o mesmo lugar.

O conhecimento é válido quando já foi testado. Ninguém tem uma vida mais saudável só por que leu um livro sobre saúde, mas sim por que aplicou as receitas de como se tornar saudável. Do mesmo modo o cristão encontra o sentido da vida quando acha a Vida, que é Jesus, o verbo que se fez carne. A Bíblia não utiliza fontes bibliográficas, por que foi escrita por Aquele que viveu segundo a palavra. Ela basta para mostrar ao ser humano que pode viver melhor.

Prática e teoria se associam e o conhecimento é obtido através do resultado das hipóteses testadas, criadas com as informações dos livros. Existe aquele ditado que diz: “Diz-me com quem andas, e te direi quem és”, acredito que se pode dizer o mesmo dos leitores: “Diz-me o que lê, e te direi quem é”. Assim esta é a ferramenta mais antiga e atual ao mesmo tempo, que se pode utilizar para alcançar as pessoas que não lêem nenhum livro e deixam de ter a qualidade de vida por causa disso. Cristianismo prático é conhecimento compartilhado.
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*Érico Farias é estudante de jornalismo na Unisa - Universidade de Santo Amaro


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