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Terça-Feira,
18 de Setembro de 2018




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Alfabetização Solidária é eleita uma das 20 melhores experiências


VOLUNTARIADO
CDN - Companhia de Notícias
Luciana Giffoni e Mariana Lemos

São Paulo, 11 de setembro de 2007


A Alfabetização Solidária, organização que trabalha há onze anos para a diminuição dos índices nacionais de analfabetismo e fomento  da oferta de vagas de EJA - Educação de Jovens e Adultos, acaba de ser escolhida uma das 20 finalistas do Prêmio Experiências em Inovação Social, iniciativa da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal), com o apoio da Fundação W.K. Kellogg.

Nesta edição, o prêmio recebeu aproximadamente 800 inscrições de projetos, todos com mais de dois anos de atividades, desenvolvidos em algum dos 33 países membros do Cepal. Na primeira fase, após análise, os projetos pré-selecionados foram convidados a enviar informações adicionais ao comitê organizador.  Escolhidos os 20 semifinalistas, dentre eles a AlfaSol, as sedes dos projetos serão visitadas pela equipe técnica da CEPAL. O Comitê de Seleção, com o apoio da equipe da Cepal e de avaliadores externos, selecionará os cinco primeiros colocados, revelados a partir de 05 de novembro.

A proposta da premiação é identificar e reconhecer iniciativas inovadoras na área de desenvolvimento social, a fim de difundir experiências e contribuir para a melhoria das práticas e das políticas sociais da população dos países da América Latina e Caribe.

Serão reconhecidos e premiados projetos que tenham introduzido processos, práticas e enfoques inovadores, desde que resultem em mudanças qualitativas ou quantitativas e impactem positivamente na qualidade de vida dos beneficiários, contribuindo com a ampliação ou consolidação dos princípios da verdadeira cidadania. A sustentabilidade dos projetos e a possibilidade de serem reproduzidos em outras populações ou países também serão analisadas pelo comitê julgador.        

O concurso premiará experiências inovadoras em oito áreas: saúde comunitária, educação básica, programas de juventude, geração de renda, responsabilidade social empresarial, voluntariado, desenvolvimento rural/agrícola e segurança alimentar/nutrição.

Como semifinalista, a Alfabetização Solidária receberá menção honrosa e terá seu trabalho amplamente divulgado na América Latina e Caribe. O evento de premiação será no Brasil, em dezembro, e o representante de cada uma das iniciativas pré-selecionadas fará uma apresentação do seu projeto. Os cinco primeiros colocados receberão premiações em espécie, com valores entre US$ 30 mil e US$ 5 mil.

“Estar entre os 20 projetos finalistas de um prêmio internacional desta magnitude e seriedade nos dá muita satisfação, além da dimensão da nossa responsabilidade em continuarmos desenvolvendo nosso trabalho pela diminuição dos índices nacionais de analfabetismo e, sempre que possível, trocando experiências outros países sobre essa missão”, comemora a superintendente executiva da Alfabetização Solidária, Regina Célia Esteves de Siqueira.

Cabe ressaltar que até hoje nenhuma instituição brasileira obteve primeiro lugar no concurso, que já está em sua terceira edição. O projeto vencedor da primeira edição foi uma iniciativa relacionada à produção de leite no Haiti e a segunda edição premiou um projeto de combate à violência familiar em Cuzco, no Peru.

A Alfabetização Solidária é uma organização da sociedade civil, sem fins lucrativos, fundada em 1997 com a missão de reduzir os altos índices de analfabetismo e ampliar a oferta pública de Educação de Jovens e Adultos no Brasil. A organização adota um modelo de alfabetização simples, inovador e de baixo custo, baseado em parcerias, que já foi premiado várias vezes internacionalmente. 

Em seus 11 anos de atuação, a Alfabetização Solidária consolida resultados significativos no país:  chegou ao final de 2006 com mais de 5,3 milhões de jovens e adultos atendidos e 244 mil alfabetizadores capacitados, em 2099 municípios brasileiros. Hoje a organização conta com o apoio de 182 empresas e 102 Instituições de Ensino Superior.


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