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Sexta-Feira,
20 de Julho de 2018




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Fumo mata 23 brasileiros por hora

Dados da Organização Pan-Americana de Saúde informam que 200 mil brasileiros morrem a cada ano, por causa de doenças provocadas pelo tabagismo

SAÚDE
Dica de Celtic News

Nesta quarta-feira, 29 de agosto, comemora-se o Dia Nacional de Combate ao Fumo (Lei 7.488, de 11 de junho de 1986). O tabagismo é uma metralhadora giratória que mata 23 brasileiros por hora e provoca uma série de doenças devastadoras, em um país que tem 38 milhões de fumantes.

A data de combate ao fumo deve ser mesmo comemorada, porque foram muitas as mudanças ocorridas nos últimos 40 anos. Enquanto nos anos 60, havia estudos (produzidos pelas próprias indústrias de cigarro) que garantiam que o fumo não era prejudicial à saúde; hoje, já existe uma consciência generalizada, em todo o mundo informado, que o cigarro mata.
          
Em muitos escritórios, sedes de empresas, prédios, shoppings, o fumo foi banido. Na hora de escolher colaboradores, profissionais de RH (Recursos Humanos), se tiverem de optar entre um funcionário fumante e um não fumante, vão escolher este último. O responsável pelo RH sabe que o não fumante produzirá mais (não precisa abandonar o serviço para fumar) e é uma pessoa mais saudável, menos sujeita a doenças degenerativas, provocadas pelo tabaco.

A comemoração, no entanto, tem de ser cautelosa. Ainda hoje, as pessoas começam a fumar estimuladas pela publicidade. O grupo alvo das indústrias de tabaco é o de adolescentes, que tenha entre 17 e 19 anos de idade. São novos usuários que irão substituir aqueles que morreram, em decorrência dos males das 4.720 substâncias químicas, existentes no cigarro. Não há “baixos teores”, “filtros”, nada que impeça o avanço destrutivo da química produzida pelo cigarro no corpo humano.

Dados da OPAS (Organização Pan-Americana de Saúde), divulgados pelo informativo da Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo), estimam que 200 mil brasileiros morram a cada ano em decorrência de elementos químicos, como nicotina, alcatrão e monóxido de carbono, contidos no cigarro.

A maior parte das pessoas já sabe, mas é sempre bom lembrar que o fumo provoca várias formas de câncer (no pulmão, boca, laringe, faringe, esôfago, rim, bexiga e colo de útero), doenças coronárias (angina e infarto), doenças vasculares (derrame cerebral, principalmente), doenças crônicas (úlceras, bronquite, enfisema).

Quando o fumante pára de fumar, após 20 minutos, a pressão sanguínea volta ao normal; após 2 horas, não há mais nicotina no sangue; depois de dois dias, o olfato percebe melhor os cheiros; em cinco anos, o risco do ex-fumante sofrer um infarto é igual àquele que nunca pôs um cigarro na boca.

Quem pretende parar de fumar pode recorrer a um sem número de tratamentos, que vão desde a goma de mascar, adesivos, grupos de apoio, mas nada substitui o tratamento mais decisivo de todos: a força de vontade.


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