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Sexta-Feira,
20 de Julho de 2018




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Igrejas querem adotar código sobre 'roubo de fiéis'


Conselho Mundial de Igrejas quer definir um código de conduta para as religiões cristãs.  A conversão, chamada de "furto de rebanho", causa conflitos entre religiões.



RELIGIÃO

Da Reuters

as igrejas cristãs estão cada vez mais próximas de adotar um código de conduta comum para conquistar conversões entre si e de outras religiões, disse na segunda-feira (6) o Conselho Mundial de Igrejas (CMI).

A conversão, às vezes chamada de "furto de rebanho", causa conflitos entre religiões diferentes. Grupos militantes freqüentemente são acusados de usar táticas desleais para conseguir novos integrantes.

O CMI, que tem sede em Genebra e trabalha em cima da questão junto com o Vaticano, disse que a reunião que acontecerá em Toulouse esta semana deve levar quase à conclusão o processo de elaboração de um conjunto de regras. A data limite para a elaboração é 2009.

"Representantes evangélicos e pentecostais vão participar do diálogo pela primeira vez, e encaramos isso como um bom sinal para o sucesso do projeto", disse Juan Michel, representante do CMI.

As duas correntes, que se destacam pelo proselitismo, tiraram fiéis de outras organizações cristãs, especialmente na América Latina, na África e na Ásia. Desde que o trabalho para o acordo começou, em maio do ano passado, elas mantinham-se à distância.

Processo aberto

Desta vez, as discussões contarão com a participação do filósofo Thomas Schirrmacher, de um grupo chamado WEA, alemão, e do bispo norte-americano Tony Richie, embora os dois estejam indo à reunião como indivíduos, e não como representantes oficiais de seus grupos.

"Sempre quisemos que o processo fosse aberto e incluísse todo mundo", disse Michel. A primeira reunião teve a participação de budistas, hinduístas, muçulmanos, judeus e iorubás, além dos cristãos. Foi emitida uma declaração dizendo que a liberdade de religião é um "direito inegociável de todo ser humano".

A reunião de Toulouse, entre 8 e 12 de agosto, reunirá cerca de 30 representantes das igrejas católica, protestante, ortodoxa e outros teólogos, disse o CMI.

"A conversão é um assunto polêmico não só nas relações inter-religiosas, mas também nas relações intracristãs", disse Hans Ucko, principal autoridade do CMI para o diálogo entre as fés.

Amenizando tensões

O CMI afirma que o código pode amenizar a tensão com outras fés, especialmente com líderes islâmicos que consideram apóstatas os muçulmanos que se convertem. Em alguns países, eles estão sujeitos à pena de morte.

Alguns grupos muçulmanos encaram missionários de outras religiões como "inimigos da fé verdadeira" e às vezes tomam medidas extremas contra eles.

O Taliban, no Afeganistão, seqüestrou 23 sul-coreanos no mês passado e matou dois deles, sob a acusação de ter ido ao país para disseminar o cristianismo num país muçulmano.

 


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