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Sexta-Feira,
21 de Setembro de 2018




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Teste da orelhinha identifica estágios de surdez

Pouco divulgado, o teste da orelhinha é tão importante quanto o teste do pezinho, podendo identificar a deficiência auditiva em bebês e, assim, viabilizar o tratamento necessário para uma vida normal

TESTE DA ORELHINHA
Dica de Leilane Vasconcelos
Imagepress  
 
A deficiência auditiva é a doença mais encontrada no período neonatal, quando comparada a outras já rotineiramente identificadas no momento do nascimento. Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), 1,5% da população dos países em desenvolvimento sofre de algum tipo de alteração auditiva. Quando confrontamos dados sobre as doenças que podem ser detectadas nos primeiros momentos de vida, observamos que duas em cada dez mil crianças nascem com problemas que são diagnosticados pelo teste do pezinho, enquanto que a surdez atinge trinta em cada dez mil. Levando essa alta incidência, o teste da orelhinha é empregado nas maternidades com o objetivo de minimizar os danos causados pelo diagnóstico tardio, ainda muito freqüente.
 
De acordo com o Grupo de Apoio à Triagem Auditiva Neonatal Universal (Gatanu), a audição é fundamental para o desenvolvimento da fala e da linguagem. A realização da triagem auditiva neonatal de rotina , ou "teste da orelhinha", é a única maneira para se de detectar precocemente alterações auditivas que poderão interferir na qualidade de vida do indivíduo. Além desse procedimento, deve-se realizar o diagnóstico, protetização (utilização de aparelho auditivo) e intervenção precoces. Os primeiros seis meses de vida são decisivos para o desenvolvimento da criança que sofre de deficiência auditiva.
 
"Um bebê com algum grau de deficiência auditiva, protetisado antes dos seis meses de vida, pode responder aos estímulos sonoros e desenvolver a linguagem como uma criança que ouve normalmente. Desse modo, poderá ter um convívio social normal podendo até mesmo freqüentar uma escola convencional", afirma a doutora Fernanda Moreira, fonoaudióloga integrante do Programa de Triagem Auditiva Neonatal do Hospital San Paolo.
 
A triagem auditiva neonatal universal consiste no rastreamento auditivo realizado antes da alta hospitalar e é recomendada para que todos os casos de deficiência auditiva possam ser identificados precocemente, tendo, assim, a possibilidade de um início de vida sonoro sem prejuízos. Hoje, sabe-se que ela pode fazer a diferença na vida de uma criança.
 
Pensando no bem estar de seus bebês, o Hospital San Paolo, desde 2006, implantou o Programa de Triagem Auditiva Neonatal em seu berçário. “O teste da orelhinha, denominado emissões otoacústicas, avalia a reação das células auditivas externas da cóclea (órgão sensorial da audição) em respostas a estímulos auditivos suaves. Demora de cinco a dez minutos e é feito pela fonoaudióloga no berçário durante o sono natural do bebê”, explica a especialista.



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