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Sábado,
24 de Fevereiro de 2018




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Hospital Evangélico

Jornal O Progresso fala sobre convênio com Hospital Adventista

As autoridades públicas de Mato Grosso do Sul, sobretudo o governo do Estado e a Prefeitura de Dourados, precisam ampliar ainda mais os esforços para impedir que o Hospital Evangélico cumpra a ameaça de romper o convênio com o Sistema Único de Saúde (SUS), fator que deixaria milhares de pessoas sem assistência médico-hospitalar e provocaria o caos na saúde pública em todo Cone-Sul/Fronteira do Estado. 

fato que as autoridades já estão agindo para manutenção do convênio, tanto que o próprio governador André Puccinelli e o prefeito Laerte Tetila se reuniram em Campo Grande com a direção do hospital para apresentar uma nova proposta, mas os recursos oferecidos até o momento não representam 30% da real necessidade financeira do Hospital Evangélico, ou seja, a elevação dos repasses de cerca de R$ 200 mil para pouco mais de R$ 350 mil ainda deixaria a unidade hospitalar com um déficit mensal gigantesco e , no médio prazo, o rompimento com o Sistema Único de Saúde seria inevitável.

Para ser justo, o governo estadual precisaria repassar para o Hospital Evangélico de Dourados, pelo menos, 30% dos recursos que saem dos cofres estaduais para ajudar na manutenção dos hospitais públicos de Campo Grande. Atualmente, a Emenda Constitucional 29 – que define os percentuais de gastos orçamentários dos governos municipais e estaduais com a saúde – garante repasses mensais de quase R$ 7 milhões para a Santa Casa, Hospital Universitário, Hospital Regional, Maternidade Cândido Mariano, Hospital adventista do Pênfico e Hospital Psiquiátrico de Campo Grande, ou seja, sozinho o Hospital Evangélico de Dourados atende cerca de 30% do volume de pacientes que passam pelos hospitais da Capital, o sensato seria repassar, pelo menos, R$ 2 milhões para que o serviço prestado aos contribuintes de Dourados e de outras 35 cidades que formam a região, além da fronteira com o Paraguai, fosse de excelência.

O fato é que poucos setores penalizam tanto a população brasileira quanto a saúde pública, ou a falta dela. Quando o governo deixa de investir o que deveria nesta área e, principalmente, quando o pouco que é investido ainda acaba sendo mal gerenciado, as camadas mais baixas da sociedade sofrem mais. É preciso que os homens públicos se mobilizem em favor do Hospital Evangélico, mesmo porque a unidade é referência em medicina e atende urgências, emergência e cirurgias eletivas para um público de mais de 800 mil pessoas.

Defendendo a causa do Hospital Evangélico, as autoridades executivas e legislativas estarão se mobilizando em favor de milhares de pacientes que diariamente batem à porta do hospital em busca de socorro e, mais importante, com o aumento no volume de repasses essas mesmas autoridades vão assegurar que os pacientes tenham, enfim, um atendimento médico-hospitalar mais humanizado, com leitos para atender a demanda da Grande Dourad os e com Unidades de Terapias Intensivas (UTIs) suficientes para evitar que pacientes em estado grave fiquem nos corredores à espera de vagas.

No fundo, a situação do Hospital Evangélico retrata bem o descaso com que o ex-governador José Orcírio Miranda dos Santos tratou a saúde nos últimos anos. Tanto que o Mato Grosso do Sul faz parte de uma lista de 15 Estados acusados pelo Ministério da Saúde de desvio em mais de R$ 2 bilhões que deveriam ser aplicados no setor e foram usados para cobrir outros gastos do governo.

Na prática, ao desviar a função de R$ 2 bilhões, que deveriam bancar ações e serviços públicos de saúde, estas Unidades da Federação deixaram de cumprir a Emenda Constitucional 29, aprovada no ano 2000 com o único objetivo de vincular 12% da receita própria de cada Estado ao setor da saúde pública. Isto explica porque tanta gente chega de madrugada nas filas dos postos de saúde e hospitais públicos, mas voltam para casa sem atendimento médico ou ambulatorial. O Hospital Evangélico que o diga!

O Progresso


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