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Quinta-Feira,
26 de Abril de 2018




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OMS celebra o Dia Mundial Sem Tabaco

31 de maio: Dia Mundial Sem Tabaco

Saúde 

A Organização Mundial de Saúde escolheu o tema “Ambientes livres de fumaça” para celebrar o Dia Mundial sem Tabaco, que acontece em 31 de maio. O objetivo é difundir o conceito de ambientes 100% livres do tabaco, já que ventilação e filtragem do ar não são suficientes para reduzir a exposição passiva. Dados atualizados da OMS dão conta de que centenas de milhares de não-fumantes morrem a cada ano por causa da fumaça do cigarro. O tabagismo é a segunda maior causa de morte no mundo. Metade dos fumantes regulares – cerca de 650 milhões de pessoas – pode morrer por causa de doenças associadas ao tabaco.

“Abandonar o vício de fumar não é uma mera questão de falta de força de vontade: a nicotina vicia porque é uma das drogas mais eficazes para combater a ansiedade e a depressão”, afirma a cardiologista Jaqueline Scholz Issa, diretora do Programa de Tratamento do Tabagismo do Incor (Instituto do Coração) de São Paulo, e autora do livro Deixar de fumar ficou mais fácil (MG Editores). Na obra, a dra. Jaqueline fala sobre os principais fatores que complicam a tentativa de deixar o vício.

Lançado em edição atualizada, o livro traz informações sobre o novo medicamento para tratamento do tabagismo, o Champix, da Pfizer, que tem na composição a vareniclina. Segundo o fabricante, essa formulação revolucionária aumenta em quatro vezes as chances de sucesso no tratamento. Com a substância, associada ao acompanhamento médico, os fumantes poderão superar as duas principais dificuldades dos fumantes para largar o cigarro: a falta de força de vontade e a síndrome de abstinência.

A dra. Jaqueline utiliza no livro uma linguagem prática e objetiva, direcionando a mensagem ao leitor de forma a incentivá-lo, mostrando compreensão ao aplicar uma nova forma de abordagem pelos médicos. Portanto, cobrança e dedo em riste só atrapalham aqueles que querem deixar de fumar. Ela aconselha os fumantes a não se deixar pressionar com argumentos convencionais, que os fazem se sentir culpados e anti-sociais. E também não é necessário sofrer sozinho. “Existe ajuda especializada e o dependente deve procurá-la”, afirma.

Um pouco de história

O uso do tabaco para efeitos medicinais já era conhecido na Antigüidade. No século XVII, o médico e filósofo alemão Jean Neander publicou “Tabacologia”, um robusto tratado que sistematizava os vários poderes do tabaco, entre eles: reduzir a fome e a sede, fortificar a memória, tratar doenças como a úlcera, pneumonia, gota, angina, asma, tosse, além de servir como proteção contra a peste.

Por outro lado, alguns médicos chegaram a demonstrar os perigos do tabaco, mas foi apenas na segunda metade do século XX, que agências governamentais e instituições de saúde passaram a divulgar intensamente a íntima relação entre o consumo de tabaco, as doenças e a morte.

O bem-estar proporcionado pela substância faz com que o ato de fumar se torne repetitivo e, em pouco tempo, leva o fumante ao vício, apesar dos riscos do tabagismo à saúde serem conhecidos por todos. A médica ensina como identificar e se libertar dos “gatilhos”, situações em que sente necessidade de fumar e se preparar para deixar de fumar.

Dicas para deixar de fumar

Descubra que tipo de fumante você é para saber como evitar as situações que o induzem a fumar. Você pode pertencer a mais de uma categoria simultaneamente:

1.     Fuma por prazer;

2.     Gosta de manipular o cigarro;

3.     Fuma em determinadas ocasiões como, por exemplo, para acompanhar o cafezinho, após as refeições, em festas etc.;

4.     Fuma para se sentir estimulado: acende um cigarro para iniciar uma determinada tarefa, tomar uma decisão  etc.;

5.     Fuma para reduzir o estresse.

Para evitar o ganho de peso, escolha alimentos pouco calóricos, caso você precise deles para diminuir a ansiedade e substituir o prazer oral proporcionado pelo cigarro. E pratique atividades físicas.

Escolha um médico que o ajude a encontrar fontes de motivação e inspiração para deixar o vício. Profissionais que tratam fumantes como fracos ou sem força de vontade não ajudam em nada. Para o sucesso do tratamento, o médico, além de motivar, deve conhecer as opções de medicamentos disponíveis e saber como prescrevê-los de acordo com cada paciente.

A melhor hora de deixar de fumar. Se você acha que existem mais vantagens em fumar do que em não fumar, é melhor aguardar outro momento para tentar parar.

 A autora

Jaqueline Sholz Issa é formada pela Faculdade Regional de Medicina de São José do Rio Preto (SP). É doutora em Cardiologia pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP). Atualmente, ocupa o cargo de diretora da Unidade de Atendimento ao Cliente dos Consultórios do InCor e coordena o ambulatório de tratamento do tabagismo dessa instituição.

Livro: Deixar de fumar ficou mais fácil – Edição atualizada
Autora: Dra. Jaqueline Scholz Issa
Editora: MG Editores
Preço: R$ 23,90
Páginas: 104
ISBN: 978-85-7255-050-5
Atendimento ao consumidor: 11-3865-9890
Site:
www.mgeditores.com.br

Ana Paula Alencar


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