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Domingo,
25 de Fevereiro de 2018




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Vejam o lançamento mundial da pesquisa

Pesquisa que abrangeu 21 países mostra que brasileiro tem visão positiva do futuro, sente-se saudável, independente e produtivo, mas ainda sai precocemente do mercado de trabalho.

O  HSBC lança hoje (22 de maio), em âmbito mundial, os resultados do mais  amplo  estudo  global  sobre  envelhecimento,  atitudes e expectativas em  relação  à  aposentadoria, intitulado “O Futuro da Aposentadoria - A Nova  Terceira   Idade”.   A   pesquisa,   realizada   pelo   Fórum  Global  do Envelhecimento e Aposentadoria do HSBC em parceria com a Oxford Institute  of  Ageing,  abrangeu 21 países e territórios de cinco continentes. Foram  entrevistadas  21  mil  pessoas  de  40  a  79 anos, sendo 1001 apenas no  Brasil.  O  trabalho  apresenta dados e análises sobre temas relacionados com  três  áreas  fundamentais  da  vida na terceira idade: contribuição,  famílias e saúde.

Os resultados globais mostram que a aposentadoria não é mais vista como  um período de completo descanso ou dependência. As pessoas nos 60 e 70  anos de idade são um bem extraordinário para sociedade e elas já percebem  essa nova fase de suas vidas  como um período para ser apreciado edesfrutado.

O  objetivo  do estudo é fazer uma contribuição construtiva para o debate  sobre  a  nova terceira idade. Stephen Green, presidente mundial do Grupo  HSBC, diz é do interesse do HSBC e da sociedade conhecer o que as pessoas  pensam  em  relação  à velhice para que se organizem e possam moldar suas  expectativas  do futuro. “O estudo mostra que estar na terceira idade não  é mais um peso para sociedade e que ter 70 anos, hoje em dia,  representa  o  mesmo  que  ter  50,  20  anos  atrás.  Essas pessoas estão muito mais  saudáveis  e  produtivas  e  ainda  fazem  uma  grande  contribuição comovoluntárias, trabalhadores e membros de família”, afirma Green.

Sobre o Brasil

O  Brasil,  um  dos  países incluídos na pesquisa, apresentou dados muito  positivos  em  relação  às expectativas para o futuro, como o fato de 93%  das  pessoas  entre 60 e 79 anos se descreverem como predominantemente em  razoável,  boa  ou  muito  boa  saúde.  Esses números comprovam também os  resultados  mundiais,  que  citam  a  melhoria de qualidade assim como de aumento de expectativa de vida para a nova terceira idade.

Outro  dado  relevante da pesquisa no Brasil comprova que 71% das pessoas gostariam  de  continuar  trabalhando  o  máximo  possível, até quando se  sentissem  aptas  para  isso,  e  não  simplesmente  pela  questão de ter  atingido uma idade limite. O fato de apenas 34% dos brasileiros, entre 60  e 69 anos, terem alguma forma de trabalho pago, demonstra a saída precoce  do mercado de trabalho, contrária à idéia citada anteriormente.

Outros destaques:

  ·   71% das pessoas gostariam de trabalhar até quando se sentissem aptas para isso;

  ·   A família é o fator pessoal de identificação de 75% dos brasileiros;

  ·   Apenas 50% das pessoas entre 50 e 59 anos têm alguma forma de trabalho pago;

  ·   27% das pessoas entre 60 e 69 anos, 35% entre 40 e 49 anos e 22%  entre 70 e 79 anos percebem a vida como cheia de oportunidades  frequentemente;

  ·   48% dos pré-aposentados e 60% dos pós-aposentados não têm receio de  ter que lidar com uma nova situação financeira;

  ·   10% das pessoas entre 40 e 49 anos já exercem trabalho voluntário e  9% entre 60 e 79 anos;

  ·   25% das pessoas entre 40 e 79 anos dão algum tipo de suporte  financeiro para parentes ou amigos;

  ·   28% das pessoas entre 70 e 79 anos acham que a falta de dinheiro  dificilmente ou nunca irá impossibilitá-las de fazer o que querem fazer.

 Marcelo  Teixeira, diretor geral da HSBC Vida e Previdência, afirma que o brasileiro,  em  comparação  com  o restante do mundo, é o que mais tem a preocupação  em  ajudar  a  família.  Dos  brasileiros entrevistados, 94% contam  que vão ajudar os pais quando estes ficarem velhos, contra 80% na  média mundial. E os brasileiros com mais idade também estão se preparando para  ajudar  seus filhos, 93% contra 70% no resto do mundo. “Isso mostra que a família continua sendo um importante pilar na realização pessoal do brasileiro”, diz Teixeira.

Resultados globais

Em  todo o mundo, as pessoas na faixa dos 60 e 70 anos se sentem em forma  e  com  disposição, saudáveis e no controle de suas vidas. E estão usando  este   “presente”,  de  uma  boa  qualidade  de  vida,  da  maneira  mais construtiva possível: contribuindo para a sociedade e para suas famílias. A pesquisa constatou que as pessoas mais velhas contribuem com bilhões de dólares  para  a conomia em trabalho voluntário, como também auxiliam no suporte à família e à comunidade.

Outros dados observados:

  ·   86% dos indivíduos entre 60 e 79 anos se definem predominantemente  como tendo uma saúde razoável, boa ou muito boa;

  ·   Quase metade das pessoas nos 40 e 50 anos, que ainda estão  trabalhando, esperam continuar a trabalhar até quando for possível. 29%  esperam se aposentar quando tiverem idade suficiente para receber a aposentadoria;

  ·   As famílias estão mudando, mas ainda definem quem somos. Em relação à  identificação pessoal, a família apareceu em primeiro lugar, com 2/3 de  todas as respostas. A religião ficou em segundo lugar, com 9%, o trabalho  com 8 %;

  ·   As pessoas mais velhas contribuem com bilhões de dólares em trabalho  voluntário. Cerca de 1/3 de todos pesquisados são ou já foram voluntários  no passado;

  ·   Pessoas com idade entre 60 e 79 anos são colaboradores vitais de  apoio financeiro, prático e cuidados pessoais dentro da família;

  ·   41% das pessoas entre 40 e 50 e 1/3 delas entre 60 e 70 provêem  assistência financeira aos filhos;

  ·   Em todas as economias, entre as pessoas que ainda trabalham e que  esperam continuar trabalhando ao invés de se aposentar, 71% diz que é  porque querem;

  ·   Na maioria dos países, uma proporção maior de pessoas se aposentou  precocemente no passado que se espera no futuro.

   (*) A íntegra dos relatórios está à disposição na página
  
www.hsbc.com.br/ofuturodaaposentadoria.

Emily Gheler


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