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Segunda-Feira,
10 de Dezembro de 2018




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Campanha contra cigarro gera 1.671 reclamações e 820 mil pedidos de ajuda

 ASA ignora resultados positivos e proíbe propaganda 

Grã-Bretanha - Centenas de pessoas reclamaram das imagens da campanha de uma polêmica propaganda antifumo do governo britânico que mostrava fumantes sendo fisgados com anzóis pela boca. A propaganda foi considerada inadequada pela agência controladora da publicidade no país.

Os outdoors, comerciais de TV e anúncios impressos tinham o objetivo de enfatizar os perigos de ser "capturado" e ficar dependente dos cigarros. A campanha provocou 774 reclamações do público à Advertising Standards Authority (ASA), que entre outras ouvidorias, somam-se 1.671 reclamações.

O Departamento de Saúde informou que a campanha foi desenvolvida com profissionais de saúde e fumantes e não tinha como objetivo provocar perturbações. Segundo o departamento, a campanha foi “altamente efetiva” pois mais de 820 mil pessoas entraram em contato com o serviço de ajuda para quem quer largar o cigarro desde o seu lançamento.

Entretanto, a agência disse que os outdoors poderiam "assustar e perturbar as crianças".

Proibição do fumo

Os anúncios antifumo apareceram inicialmente no final do ano passado em uma tentativa de chocar os fumantes e levá-los a abandonar o hábito em preparação para a proibição do fumo em locais públicos a ser implementada na Grã-Bretanha.

Mas a campanha de cinco semanas de duração gerou polêmica e reclamações de pessoas que consideraram as imagens ofensivas, amedrontadoras e perturbadoras, particularmente às crianças.

A Advertising Standards Authority (ASA), disse que os outdoors mostravam faces de fumantes dependentes que pareciam "perturbados e com dores". A agência considerou que, apesar de os outdoors não terem sido colocados próximos a escolas, eles ainda assim poderiam ser facilmente vistos por crianças.

A ASA argumentou que eles "não tinham foco e mostravam realisticamente a perfuração da bochecha por um anzol" e "provavelmente amedrontariam e perturbariam as crianças".

A agência também considerou que os comerciais de TV desrespeitaram as regras de publicidade ao serem veiculados quando crianças mais velhas estariam assistindo.

As reclamações sobre as propagandas na internet, em revistas e em jornais não foram consideradas pertinentes pela ASA.

Fonte: BBC Brasil
Edição: Débora Carvalho


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