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Segunda-Feira,
10 de Dezembro de 2018




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Priscila ganha aparelho que anda sozinho

Estrutura biomecânica fixada ao corpo do paciente devolve independência a portadores de lesão medular

Um aparelho chamado de Parawalker foi doado para a Priscila Aprígio, de 13 anos, vítima de bala perdida durante um assalto a uma agência do Itaú, em Moema, zona sul de São Paulo, pelo IPO – Instituto de Prótese e Órtese, de Campinas.

Segundo o diretor do IPO, José André Carvalho, os paraplégicos podem caminhar com facilidade utilizando órteses específicas para marcha com o Parawalker, aparelho desenvolvido em um centro de pesquisa na Inglaterra e fabricado pela empresa alemã Otto Bock.

Já disponível no Brasil, o aparelho é indicado para pacientes portadores de lesão medular que perderam o controle da musculatura das pernas, quadril e tronco e podem ficar livres da dependência da cadeira de rodas. O Brasil registra 7 mil novos casos novos por ano de traumatismos na coluna resultando em paraplegias e tetraplegias.

O Parawalker é constituído por uma estrutura biomecânica fixada externamente ao corpo do paciente com articulações no joelho e quadril. O equipamento proporciona grande independência aos paraplégicos, que podem andar com o auxílio de muletas. Para o fisioterapeuta, protesista e ortesista José André Carvalho, que atua no setor há 15 anos e recebeu treinamento na Inglaterra, específico para essa solução, o Parawalker é um aparelho que anda sozinho, carregando o paciente. O movimento é realizado por meio de balanço.

O principal objetivo do Parawalker é permitir que o paraplégico deixe de utilizar a cadeira de rodas durante algumas horas do dia. Entre outras vantagens estão a diminuição do índice de feridas (escaras), redução da deformidade nas articulações e do número de infecções urinárias, melhora na circulação periférica e no funcionamento do intestino, diminuição da osteoporose e melhora da auto-estima.

 “O uso do aparelho transforma os pacientes, porque provoca uma mudança de comportamento em pessoas que tinham pouca condição de viver de forma mais independente”, conclui Carvalho. Além do aparelho, o IPO também doou todo o tratamento para a Priscila e a prótese para o eletricista Raimundo José Jesus dos Santos, de 39 anos, segunda vitima do assalto e que teve parte da perna amputada.

Redação


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