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Segunda-Feira,
10 de Dezembro de 2018




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Desbravadora baleada em assalto já recuperou consciência; família pede orações

A desbravadora Priscila Aprígio, de 13 anos, baleada durante troca de tiros no assalto a uma agência bancária da Zona Sul de São Paulo,  já recuperou a consciência mas está sem movimento e sensibilidade nas pernas. Priscila apresenta paraplegia crural motoro-sensitiva, o que significa ausência de movimento e  sensibilidade nas duas pernas.

Segundo o boletim médico divulgado pelo Hospital Alvorada na manhã desta sexta-feira (2), os médicos ainda não sabem se a garota poderá voltar a andar, nem o tempo necessário para que ela consiga recuperar os movimentos. Mas eles só poderão afirmar se a paralisia é ou não definitiva após análise completa da extensão da lesão na medula da estudante.

O pai, Isaias Joaquim da Silva, sapateiro, afirma que só um milagre pode fazer sua filha voltar a andar, e suplica pelas orações dos irmãos de fé da igreja adventista do sétimo dia que freqüenta, e do Brasil todo.

Priscila foi uma das cinco vítimas atingidas por tiros durante um assalto à agência do banco Itaú na Avenida Ibirapuera, na última quarta-feira (28). Ela estava em um ponto de ônibus quando levou um tiro no abdome.

Estudante da 8ª série e moradora de Embu, na grande São Paulo, Priscila tinha ido ao consultório odontológico, na Avenida Ibirapuera, para realizar a manutenção periódica do aparelho ortodôntico. Por volta das 16h, deixou o consultório e ligou para a mãe, Maria de Fátima Aprígio, de 47 anos, profissional de limpeza, avisando que logo estaria em casa. Dois minutos depois, ligou novamente dizendo que havia “tomado um tiro”, mas a bateria do telefone acabou, deixando a mãe aflita sem conseguir retornar a ligação.

Priscila é membro do clube de Desbravadores Refúgio, e freqüenta a igreja adventista no Jardim dos Moares. Segundo a diretora do clube, Judite de Lima Campos, a jovem irá precisar muito das orações de todos, “tanto para recuperar sua saúde física, como para se fortalecer espiritualmente” ainda que o problema se mostre permanente. “Não é fácil lidar com uma situação assim; só a força de Deus para ajudar superar os problemas e a maldade do homem sem Deus.”

Sua conselheira na unidade do clube, Nayá Cunha, de 16 anos, conta que a igreja está intercedendo em oração. “No clube nós aprendemos e ensinamos a cidadania e os valores cristãos. Um desbravador ser vítima de uma bala perdida num assalto, correndo risco de ter uma seqüela que mude para sempre a vida, nos mostra o quanto somos frágeis e o quanto o mundo precisa de Deus”, diz a jovem. 

Débora Carvalho


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