Expediente Fale Conosco Nossas Igrejas Departamentos Quem Somos APS On-line Menu Principal Quem Somos APS On-line Departamentos Nossas Igrejas Fale Conosco Expediente

Domingo,
22 de Abril de 2018




Trabalhe Conosco
Ex-Aluno da Rede Adventista recebe Prêmio Jovem Cientista de 2005

clique aqui para ver as fotos

Redação

Nos últimos três anos, ex-alunos da rede de educação adventista foram destaque na premiação do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), no Prêmio Jovem Cientista. Os temas escolhidos são sempre de interesse direto da população e buscam soluções para problemas encontrados em seu cotidiano.

Criado em 1981 com o objetivo de incentivar a pesquisa no Brasil, o Prêmio Jovem Cientista é considerado pela comunidade científica uma das mais importantes premiações do gênero, na América Latina. A entrega dos prêmios é feita pelo presidente da República e os mais respeitados nomes da ciência nacional.

Em 2005, a pesquisa sobre o tema "Sangue - Fluido da Vida", de Fábio Marques do Nascimento, ficou em terceiro lugar. Fábio, recém-formado em medicina, fez o contrário dos demais cientistas ao concentrar sua pesquisa em células normais. Sua pesquisa analisa a incidência do antígeno Prame em células não cancerígenas.

Ele cursou o ensino fundamental e o ensino médio no Colégio Adventista, e a graduação na Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (USP).

Título da pesquisa: “Análise da Expressão do Antígeno Prame em Linfócitos B Normais”

A pesquisa durou dois anos e Fábio estudou células do baço, amígdala, sangue, medula óssea e gânglios, para observar a quantidade de Prame presente. Os resultados foram todos abaixo de 20%. A pesquisa possibilita uma maior facilidade na detecção da doença, já que o antígeno aparece em alta taxa na presença de câncer. A próxima etapa será a elaboração de uma imunoterapia específica.

O Prame é um gene presente numa série de tipos de câncer, como melanoma, linfomas e leucemias. Foi produzido um anticorpo capaz de detectar o Prame, que aparece em grande quantidade em células cancerígenas. Ninguém sabia, porém, o quanto do antígeno as células normais produziam. Se a quantidade fosse a mesma, isso significaria que um ataque a ele atingiria todo o corpo, as partes doentes e as sãs ao mesmo tempo. “Na literatura mundial não havia nada que falasse das células linfóides normais”, confirma o estudante, que agora estuda para fazer residência e se tornar oftalmologista.

2. Em 2004, Danielle Dutra Pereira, de apenas 14 anos, estudante do primeiro ano do ensino médio no Colégio Adventista na cidade de Recife, Pernambuco, recebeu o troféu do prêmio Jovem Cientista do Futuro – 2004.

Tema do ano foi: "Produção de Alimentos – Busca de Soluções para a Fome"

Título da pesquisa: "Produção de Melaço de Cana Enriquecido Com Minerais de Nutrição Humana - Zinco E Cálcio"

A seleção foi feita num total de mais de mil candidatos em todo o Brasil. O trabalho de Danielle ajudará a enriquecer consideravelmente a dieta da população carente.
O melaço enriquecido desenvolvido por Danielle tem 14 vezes mais cálcio do que o original e 957 vezes mais zinco. E para completar, depois de passar por um teste com 80 julgadores não treinados, 45% dos que provaram o melaço enriquecido “gostaram extremamente” e 54% “gostaram”.

3. Em 2003, o primeiro lugar do Prêmio Jovem Cientista 2003 foi conquistado por Cristhiane Assenheimer, que foi aluna do Colégio Adventista em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, onde cursou o ensino fundamental e médio. A graduação foi na Faculdade de Engenharia Química da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Tema do ano: "Água - Fonte da Vida"

Título da pesquisa: "Purificação de Águas Contendo Íons Sulfato Usando Resíduos do Processamento do Camarão"

O objetivo do trabalho foi desenvolver um material adsorvente de íons sulfato, um poluente que dificulta muito o reuso de águas de processos industriais pela baixa eficiência dos processos existentes e pelos elevados custos envolvidos. Apesar da baixa toxicidade, concentrações elevadas destes íons, além de inviabilizar, muitas vezes, o reuso e o descarte das águas efluentes de indústrias de celulose, têxtil, fertilizantes, químicas e mineração, aumentam a condutividade e o potencial de corrosão dos cursos receptores, tubulações, estruturas e equipamentos.

Indústrias de processamento de camarão geram enormes volumes de resíduos, cuja disposição final tem se tornado um desafio.

O adsorvente alternativo foi preparado a partir de resíduo do processamento de camarão que, após a desmineralização, desproteinização e desacetilação, forneceu materiais quitinosos em forma de flakes como sólidos adsorventes.

Os resultados confirmam o alto potencial deste bioadsorvente no Brasil para tratamento de efluentes poluídos e reuso de águas com altas concentrações de íons sulfato, dados os antecedentes da produção.

Mais notícias sobre o prêmio:

Prêmio Jovem Cientista 2005
Prêmio Cientista do Futuro 2004
Prêmio Jovem Cientista 2003

 


  Envie a um amigo

 Veja também
  Estão abertas as inscrições para o XXIII Prêmio Jovem Cientista
 
 
Site UCB Escolas Adventistas Portal Adventista Página Inicial Escolas Adventistas Portal Adventista Página Inicial