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Segunda-Feira,
10 de Dezembro de 2018




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Clube Doadores ADV ultrapassa 700 voluntários

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São Paulo-SP: Ainda não existe um substituto para o sangue, nem para a solidariedade. Assim pensam os voluntários do Clube de Doadores ADV, que dedicam seu terceiro ano à salvação de vidas, como fizeram no último sábado, no Hospital do Câncer.     

Dezoito voluntários, adventistas do sétimo dia da zona sul de São Paulo participaram da doação. Porém o grupo se compromete em aumentar a esperança dos pacientes. Os voluntários conversam com eles, fazem preces e entregam presentes, num clima de descontração.

No dia 21 de janeiro, entregaram a um paciente do Hospital Sírio Libanês o livro Vida de Jesus. “Nós subimos ao quarto deles, deixamos um livro e fazemos uma oração com ele” – conta Alfredo Quiroz, professor de línguas e fundador do Doadores ADV. Na ocasião, participaram 23 voluntários doadores de sangue e 2 de plaquetas.

Hoje o Clube conta com mais de 700 doadores ativos, que contribuíram para 1.974 transfusões em 2005. Em 2004, quando começou, o Clube havia proporcionado 949 transfusões. No atendimento, o banco de sangue solicita as doações, normalmente feitas aos sábados à tarde.

Para Quiroz, o que motiva os membros do Clube a participar “é ver uma dor minimizada”. E as pessoas se surpreendem quando percebem que “um grupo trabalha desinteressadamente o ano inteiro” – conta.       

O professor Quiroz destaca outro diferencial do Clube: “nosso trabalho não é uma campanha, é um projeto permanente. Começou comigo e não tem data para terminar”.

Dentre os hospitais já atendidos, está a Santa Casa de Misericórdia, com 600 pessoas beneficiadas. Igualmente, o Hospital das Clínicas, Albert Einstein, Bandeirantes, Santo Amaro, treze ao todo.

Tudo começou quando o garoto, Carlos Damianof, sobrinho de Alfredo. “Quinho”, como era conhecido o Carlos, sobreviveu a uma leucemia em 1995, mas não resistiu a uma pneumonia aguda três anos depois.

Antes de falecer, Quinho chamou seus parentes e amigos e pediu que todos “fizessem de tudo para atingir a salvação eterna e ajudar a humanidade”, informa o site do Clube.

Além do banco de sangue, os familiares dos pacientes também solicitam as doações. Alfredo e Aruane, sua esposa, contatam os membros do Clube e atendem o pedido. A próxima doação está agendada para o dia 10 de fevereiro na Santa Casa de Misericórdia.  

Diogo Cavalcanti   


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