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Quinta-Feira,
13 de Dezembro de 2018




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Culto da mata ultrapassa a lenda

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Jardim IAE, São Paulo: Quatro horas da madrugada. Com os olhos ainda ardendo, alguém, de algum ponto de São Paulo se arruma, lava o rosto e sai para o culto da mata, numa área verde do Unasp. Ao chegar ao local, se depara com mais de 200 pessoas cantando em plena escuridão de um domingo que ainda não acordou. A lenda era verdade.

Tânia Guimarães, 39, e sua irmã gêmea, Maria José, há oito anos têm uma rotina corajosa: “Eu venho de lá da estrada M. Boi Mirim, da Vila Remo. A gente gasta normalmente uma hora a pé, mas às vezes demoramos um pouquinho mais, porque vamos distribuindo folhetos. Hoje nós distribuímos 150. No caminho, vemos as pessoas voltando dos bares. Muitos são jovens. Alguns nos agradecem pelos folhetos. Nunca aconteceu algo ruim conosco”. As duas vão a pé, porque não encontram ônibus no horário.

O pastor Tito Hojas, freqüentador assíduo, pregava no último domingo com vigor sobre a diferença que devemos fazer na vida das pessoas: “Nós precisamos ser pessoas nobres, polidas, educadas, corteses, amáveis, gentis. Às vezes você tem uma cara carrancuda. Às vezes, você é irônico. Às vezes você é uma pessoa frustrada, você é uma pessoa pessimista. Não pode, meu irmão! Você precisa ser uma pessoa de esperança!”, pregava o pastor.

Eduardo Santos, diz que está no culto da mata para receber – em suas palavras – “um milagre que eu estou buscando há 30 anos e essa bênção ainda não veio. Inclusive o pastor Tito me perguntou: Eduardo, você já casou? E eu falei: ‘Ainda não, pastor’. Mas... eu quero encontrar uma prometida”. Prestativo e educado, Eduardo carregava seu violão que usou para cantar.

O pastor da Igreja Adventista do Unasp, Itaniel Silva, destaca que o culto da mata “tem trazido muita força, muita coragem para seus freqüentadores”. A lenda mais do que se confirmar, parece surpreender. Não é à toa que muitas visitas são de religiões diferentes.

O segredo da força do culto da mata parece vir da combinação da naturalidade e da espontaneidade das pessoas, que se reúnem para buscar respostas para as questões mais sérias. Revela que o interesse por Deus permanece.

Diogo Cavalcanti

 

 

 


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