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Cérebro é o principal responsável por dores crônicas

Estudos revelam que pacientes com problemas crônicos têm atividade cerebral mais intensa em determinadas áreas que reforçam o sentimento da dor

São Paulo, 23 de junho de 2009

SAÚDE
Da Assessoria de Imprensa

Uma série de pesquisas realizadas pela médica Herta Flor, doutora, professora titular do Departamento de Neurociência Clínica e Cognitiva de Ruprecht-Karls-University of  Heidelberg, na Alemanha, é um dos destaques da 4º Edição do Cindor – Congresso Interdisciplinar de Dor Universidade de São Paulo.

O estudo revelou que pacientes com dor persistente têm alguns aspectos sensoriais alterados, em especial os relacionados com o sistema límbico, que é responsável pelas emoções. Essas alterações reforçam a sensação da dor, e agravam o incômodo do paciente crônico.

De acordo com a pesquisadora, p
essoas que têm dores constantes nas costas, por exemplo, sentirão uma dor mais intensa do que alguém que teve o mesmo problema, porém com incidências esporádicas, ou seja, quanto mais dor um indivíduo apresentar de maneira contínua, se voltar a sentir no futuro, será mais intensa.

Isso comprova que os episódios de dor deixam um “rastro de memória”, que será ativada na próxima incidência, tornando mais forte a sensação.  Por isso é necessário a prevenção dos sintomas logo no início.

Silvia R. Dowgan Siqueira,  presidente do Cindor 2009, explica que um dos problemas crônicos mais comuns é a dor na face, que atinge de 25-40% das pessoas, e a famosa dor de cabeça, presente em mais de 50% dos brasileiros. “Neste caso, estudos estão sendo realizados por pesquisadores representantes de todas as regiões do país, baseados no consórcio internacional RDC-TMD – Research Diagnostic Criteria – critérios para diagnóstico em pesquisa da disfunção temporomandibular e, através deste estudo, poderemos ter dados nacionais para estratégias de tratamento e prevenção.” Conclui.

Diante as descobertas, a Dra. Herta desenvolve novos tratamentos, que têm como proposta ao paciente bloquear alguns aspectos relacionados à dor, e desativar as áreas cerebrais que potencializam a sensação. E em função disso, foi realizada uma série de exercícios. “Os resultados são animadores, 60% dos pacientes em tratamento obtiveram melhora nas dores crônicas”.

O estudo EPIDOR, também apresentado no Cindor 2009, apontou que a prevalência da dor crônica na população é de 28,7%. Entre jovens, de 18 a 29 anos, 20% sofrem com este problema persistente. E a maior incidência está na faixa dos 50 a 59 anos, atingido 35% da população nesta faixa etária.


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