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Terça-Feira,
18 de Dezembro de 2018




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Estudo foi realizado pelo IBOPE Inteligência; 20.325 pessoas entrevistadas

Devido à crise econômica, 52% da população dos países estudados já reduziu gastos com vestuário, calçados e acessórios, 48% já deixou de comprar móveis e eletrodomésticos e o mesmo percentual diminuiu as despesas com restaurantes e cinema, entre outros itens de entretenimento.

São Paulo, 28 de abril de 2009

Comunicação
Da Assessoria de Imprensa

Estes são alguns dos resultados da pequisa “A Crise no Mundo”, realizada pelo IBOPE Inteligência em parceria com a rede global de pesquisas WIN - Worldwide Independent Network of Market Research. Em sua segunda edição (a primeira foi realizada em novembro e dezembro de 2008), o estudo revela a percepção da população mundial em relação à crise econômica.

Foram ouvidas 20.325 pessoas em 25 países, entre fevereiro e março, sobre o futuro de seu país e de sua renda, sobre confiança nas instituições e sobre consumo de bens e serviços. Os países estudados foram Alemanha, Arábia Saudita, Argentina, Austrália, Áustria, Brasil, Canadá, Catar, China, Coreia do Sul, Emirados Árabes, Espanha, Estados Unidos, França, Holanda, Índia, Islândia, Itália, Japão, Kuait, Líbano, México, Reino Unido, Rússia e Suíça.

Além da participação de oito novos países, incluindo dois latino-americanos (Argentina e México) outra novidade desta edição da pesquisa são as informações sobre consumo de bens e serviços. Os resultados mostram que os brasileiros seguem a tendência mundial de redução de custos priorizando vestuário, móveis e eletrodomésticos, porém com menor parcela da população fazendo cortes, como mostra o gráfico abaixo.

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O destaque fica por conta da telefonia celular, pois 37% dos brasileiros declaram já ter reduzido gastos com esse item, contra 32% da média mundial. 

México, Argentina e França realizaram cortes em todos os produtos pesquisados. Os mexicanos, por exemplo, são os que mais cortaram gastos com mantimentos (74%), vestuário (73%), telefonia celular (57%), reformas na casa (57%), TV por assinatura (31%) e internet residencial (26%).

EUA, Islândia e Japão também cortaram em todos os produtos, porém menos em tecnologia, como internet, TV por assinatura e celular. As regiões com pequena parcela da população realizando cortes em todos (ou quase todos) produtos avaliados são Suiça e Oriente Médio.

Futuro do país

A situação econômica do país irá piorar nos próximos três meses na opinião de 49% da população mundial. A tendência observada na pesquisa divulgada em janeiro mantém-se nesta segunda edição, ou seja, países mais ricos e desenvolvidos, com destaque para Europa, Japão e Canadá, são mais pessimistas, com mais da metade da população acreditando na piora do cenário.

Já o Brasil se consolida com um dos países mais otimistas: 46% acreditam que a situação do país ficará inalterada, 35% declaram que irá melhorar e apenas 14% acreditam que irá piorar. Da primeira para a segunda edição da pesquisa é possível notar retração no otimismo entre os moradores da região Sul (23% declaram que a situação do país irá melhorar contra 34% em dezembro) e na população das classes DE (42% nesta onda contra 47% na primeira onda).

Renda própria

Perto de metade (45%) do total de respondentes acredita que sua renda vai permanecer a mesma, 25% acreditam que ela irá aumentar enquanto apenas 24% acreditam que ela vai diminuir, o que pode ser considerado otimista em tempos de crise financeira.

O cenário é estável frente ao observado no levantamento anterior e reforça que a percepção em relação à situação do país é mais crítica do que a avaliação da própria situação financeira. As exceções são Oriente Médio, Rússia e Islândia.

O Brasil é o país com maior percentual de pessoas que acreditam na melhora da própria renda nos próximos três meses (61%). Em seguida estão Catar (44%) e Estados Unidos (35%).

Índia e China ainda são destaques positivos, entretanto, a parcela da população que acredita na melhora da renda familiar diminuiu 14 pontos percentuais no caso da Índia (atualmente são 33%) e 8 pontos percentuais no caso da China (30% nesta segunda rodada).

Governo, bancos e mercado de ações

Indianos, norte-americanos, ingleses e coreanos estão muito menos confiantes em seus governos agora do que no final de 2008. Por outro lado, os países onde a população deu as maiores notas de 1 a 10 à capacidade de seu governo lidar com a crise são Catar e Arábia Saudita (ambos tiveram média 8), Kuait (7,5), Emirados Árabes (7,4), China (6,7) e Brasil (6,4).

A confiança nos bancos e no mercado de ações é ainda mais restrita, sendo Brasil, Índia, China, Holanda e Oriente Médio os mais confiantes, enquanto japoneses e europeus seguem em direção oposta.

No Brasil, a confiança no governo é maior entre os mais pobres e a população das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Há queda na confiança no governo em todos perfis, com maior intensidade entre aqueles de menor renda e pessoas acima de 30 anos.

A queda de confiança nos bancos também é sinalizada por todos perfis (exceto a classe AB), mas ocorre especialmente entre classes mais baixas. A confiança no mercado de ações também é maior nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.

Sobre a pesquisa

Realizada por iniciativa da Worldwide International Network of Market Research (WIN), esta pesquisa está em sua segunda edição e procura entender e acompanhar as principais diferenças na percepção de consumidores de diversos países sobre a crise mundial.

Foram realizadas 20.325 entrevistas representativas da população de 25 países em fevereiro e março deste ano. Os países pesquisados foram: Alemanha, Arábia Saudita, Argentina, Austrália, Áustria, Brasil, Canadá, Catar, China, Coreia, Emirados Árabes, Espanha, Estados Unidos, França, Holanda, Índia, Islândia, Itália, Japão, Kuait, Líbano, México, Reino Unido, Rússia e Suíça
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Sobre o IBOPE

Multinacional brasileira de capital privado, o IBOPE é uma das maiores empresas de pesquisa de mercado da América Latina, fornecendo há mais de 65 anos um amplo conjunto de informações e estudos sobre os mais variados temas, como mídia, opinião pública, intenção de voto, consumo, marca, comportamento e mercado.

O Grupo, que ocupa atualmente a 18ª posição entre as 25 maiores empresas de pesquisa do mundo (segundo o hanking Honomichl Top 25 Global Research Organization), é composto por duas grandes empresas, IBOPE Media e IBOPE Inteligência, além de possuir participação acionária importante na Millward Brown do Brasil.

Em 2000, o IBOPE criou o Instituto Paulo Montenegro, organização sem fins lucrativos que atua de maneira focada e com prioridade definid a no campo da educação. O Instituto desenvolve e dissemina projetos que têm como base o know-how em pesquisa das empresas do Grupo e a credibilidade conquistada ao longo do tempo.

Sobre o IBOPE Inteligência

Com unidades de atendimento e planejamento em São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Buenos Aires e Cidade do México, o IBOPE Inteligência é a empresa do Grupo IBOPE focada no mercado de pesquisa e de informação nas áreas de consumo, marca e opinião pública.

É responsável pela análise de mercados, acompanhamentos de tendências e recomendações estratégicas de apoio à decisão para organizações dos segmentos de tecnologia, mídia, sociedade, consumo e finanças no Brasil e na América Latina.

Informações para imprensa
Ketchum Estratégia - Assessoria de Imprensa do IBOPE
Paulo Pamplona e Geninha Moraes
Fones: (11) 5090-8907 ou 5090-8945
paulo.pamplona@ketchum.com.br
geninha.moraes@ketchum.com.br 

Comunicação Institucional IBOPE
Cláudia Jardim, Taís Bahov e Valéria Segato
Fone: (11) 3066 7987, 3066 7890 ou 3066 1686
claudia.azambuja@ibope.com
tais.bahov@ibope.com
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