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XII Campori Paulista Sul - mais que um evento, uma lição de vida

Quase 3 mil desbravadores vibraram ao experimentar a emoção de aprender a ser mais forte, mais rápido e mais alto, lema do Campori 2008

São Paulo, 28 de novembro de 2008

DESBRAVADORES
Ágatha Lemos

Aconteceu entre os dias 19 e 23 de novembro o XII Campori da Associação Paulista Sul. O evento reuniu quase 3 mil adolescentes na Fazenda Itaipava, região do Vale do Ribeira – Sul do Estado de São Paulo, e foi um dos mais marcantes na história dos desbravadores, por várias razões, dentre elas, a decisão de muitas pessoas pelo batismo.

Motivados pelos acontecimentos mais importantes do ano, o tema do Campori foi as Olimpíadas, assunto que levou cada clube a explorar seu potencial atlético e artístico na construção de seus portais simbólicos. Países e modalidades olímpicas foram representados por desbravadores que se caracterizaram conforme a época pela qual ficaram responsáveis.

Toda esta estrutura, no entanto, teve como objetivo fazer uma analogia ao esforço, determinação e finalmente recompensa dos grandes atletas mundiais. Suas conquistas regadas a muito trabalho, dedicação e abnegação foram fundamentadas pelo lema: “Mais forte, mais rápido, mais alto”, alvos estes, bem definidos na vida de quem deseja ser campeão.

Abertura:
A abertura de um Campori é sempre o momento mais esperado pelos desbravadores. E desta vez não foi diferente. O entusiasmo tomou conta do anfiteatro ou “arena”, com a apresentação malabárica de Ronaldo Brandão. Em seguida, a entrada inusitada dos pastores Helbert Almeida e Juvenildo Rego, vestidos como mergulhadores e emergindo das águas, surpreendeu a platéia.

Mais forte, mais rápido, mais alto – foi a expressão de abertura do XII Campori da Associação Paulista Sul e que inspirou a mensagem inicial do líder jovem da região sul de São Paulo Helbert Almeida, que falou de questões relacionadas às escolhas que permeiam a vida dos adolescentes e dos seres humanos em geral.

Um show pirotécnico explodiu no céu de Itaipava, fechando a primeira noite dos desbravadores com muita luz e animação.

O palco e as mensagens:
Episódios clássicos da Bíblia como o de Sansão e o de Elias foram recriados a partir do cenário montado para o Campori. Os aspectos de maior destaque da vida destes dois personagens mesclados com os alvos dos atletas que participam de uma Olimpíada foram contados em versões atuais.

Com uma abordagem contemporânea, assuntos delicados como sexualidade, domínio dos desejos, vida dupla e responsabilidade pelo caminho que construímos assim como as cicatrizes que escolhas equivocadas podem deixar, foram tratados na linguagem e na realidade do jovem pós-moderno.

Emoção:
A emoção esteve presente em todos os momentos do Campori, mas nada se compara à ocasião em que o atleta Alan Fonteles, medalha de prata nas paraolimpíadas de Pequim participou como convidado especial.

Alan Fonteles comoveu a todos com seu exemplo de força de vontade na concretização de um sonho. Aos 21 dias de vida, apenas, Alan foi acometido de uma infecção intestinal que resultou na amputação de parte de suas duas pernas. Aos 8 anos de idade, ele disse à mãe que gostaria de fazer atletismo e participar de corridas. Mas o sonho dele estava exatamente em sua maior limitação: nas pernas.

Alan colocou uma prótese e começou a treinar e a participar de competições. Com os treinos foi se destacando a ponto de ser convocado para as Paraolimpíadas de Pequim. O atleta, de apenas 16 anos, é o único brasileiro que corre com próteses e treina, em média, três horas por dia. Depois de várias premiações nacionais e internacionais, foi prata este ano nas pistas de 100m da China.

Após falar de luta, garra, perseverança, desafiar os limites e motivação para vencer, o pastor Paulo Bravo, da região Centro-Oeste Brasileira, chamou ao palco a personalidade inspiradora de seu discurso, Alan Fonteles, que pôde confirmar, pessoalmente, todo o drama e vitória de sua vida.

“Nenhum sonho é impossível, mas você tem que acreditar e correr atrás dele com muita força. Com determinação e fé em Deus nenhum obstáculo é intransponível. Meu sonho sempre foi representar o Brasil e trazer alegria ao meu país e eu consegui, então vocês podem conseguir o que quiserem também”, declarou Alan.

Atividades:
Todas as modalidades esportivas praticadas pelos desbravadores estavam relacionadas a uma lição e a uma pontuação. Além do aprendizado técnico do exercício físico, eles puderam entender também, na prática, como funciona o esporte na vida de deficientes físicos.

O objetivo desta proposta foi inserir cada participante em uma realidade de respeito e solidariedade, pois é importante reconhecer a superação diária desta classe, ao mesmo tempo, que prover-lhe suporte. A cada modalidade paraolímpica disputada, futebol de cego, por exemplo, foram conquistados emblemas para o clube em competição.

Outras provas também foram aplicadas, como acender uma pira usando caiaques, hastear a bandeira dos desbravadores, handebol, tênis, basquete, entre outras. Tudo foi programado para o desenvolvimento da coordenação psicomotora de cada desbravador e para seu crescimento pessoal como competidor. Ao final de cada etapa, eles aprendiam também que para ir ao Céu não são necessárias classificações de primeiro ou último colocado, basta ser um bom competidor para chegar lá.

Batismo:
“Não há como mensurar o que aconteceu neste Campori quanto ao retorno dos adolescentes às mensagens e conseqüentemente com relação às decisões tomadas de Batismo”, destacou o pastor Helbert Roger. Foram mais de 61 batismos no sábado. Emocionados, vários desbravadores decidiram declarar publicamente seu desejo de seguir o caminho do bem.

Saldo:
De acordo com o pastor Nelson Milaneli, do Estado de São Paulo, o programa foi um sucesso porque os jovens foram convidados a viverem as emoções corretas. Em uma época em que a juventude é assediada por todo tipo de sensação e excesso, houve uma oportunidade para desfrutar dos prazeres corretos, os quais são encontrados na presença de Deus e entre amigos verdadeiros.

O enfoque dado ao empenho que deve ser realizado para a concretização dos sonhos temporários foi mais intensamente explorado quanto ao esforço demandado pela premiação incorruptível. “Temos que combater, diariamente, nossas fraquezas e defeitos de caráter; alimentar o bem, o amor, a sinceridade, a humildade, entre outros valores eternos”, foram as palavras de encerramento do pastor Juvenildo Rego, da liderança jovem da região sul de São Paulo.

Ficou impresso na mente de todos os desbravadores a necessidade de refletir sobre as histórias de campeões olímpicos, mas acima de tudo a necessidade de meditar nas histórias dos campeões bíblicos, se apegando ao maior de todos os vencedores: Jesus Cristo, que pode nos ajudar a vencer também. “Jesus Cristo já venceu, Ele já pagou o preço, agora depende de cada um de vocês o trajeto até o pódio e essa etapa será menos conflituosa se for de mãos dadas com Ele”, disse o pastor Paulo Bravo.

O XII Campori da Associação Paulista Sul foi mais que um evento, foi uma lição de vida!

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