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31 de maio - Dia Mundial Sem Tabaco

Doença atinge sete milhões de brasileiros com mais de 40 anos. Em 95% dos casos, as lesões dos tecidos pulmonares são irreversíveis, mesmo que o paciente tenha parado de fumar por muito tempo

São Paulo, 28 de maio de 2008

SAÚDE
Da Assessoria de Imprensa

No próximo dia 31 de maio acontece o Dia Mundial Sem Tabaco. Entre os principais problemas causados pelo cigarro está a doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), doença que atinge mais de 07 milhões de brasileiros acima de 40 anos e é a quarta causa de internação nessa faixa etária. Segundo o estudo clínico Giant - Greatest International Antibiotic Trial, patrocinado pela Bayer Schering Pharma e que avaliou cerca de 50 mil pacientes em todo o mundo, 81% dos pacientes com DPOC são fumantes ou ex-fumantes. Para o pneumologista José Jardim, professor-livre docente da Faculdade de Medicina da Unifesp e coordenador do estudo Giant no Brasil, a doença possui grande impacto socioeconômico. “A DPOC é tão grave quanto o diabetes e o infarto do miocárdio”, destaca o médico. Em 95% dos casos, as lesões dos tecidos pulmonares são irreversíveis, mesmo que o paciente tenha parado de fumar por muito tempo.

A DPOC engloba a bronquite crônica e o enfisema pulmonar. É uma doença de evolução progressiva que se desenvolve após a exposição prolongada dos brônquios (estrutura que leva o ar para dentro dos pulmões) às substâncias tóxicas contidas na fumaça inalada do cigarro. Como conseqüência, ocorre a inflamação brônquica (inchaço e aumento da produção de catarro nos brônquios) e a destruição dos alvéolos do pulmão. Os principais sintomas - tosse crônica, produção de catarro e falta de ar - aparecem de maneira lenta e progressiva. A falta de ar (dispnéia) é o sintoma que mais provoca limitações ao paciente. Nas fases mais avançadas, o paciente tem dificuldade para realizar atividades simples do cotidiano como tomar banho, trocar de roupa e caminhadas curtas.

As crises respiratórias (exacerbações) são causadas geralmente por infecções bacterianas ou virais. O estudo Giant também avaliou a eficácia do antibiótico Avalox® (moxifloxacino, da Bayer Schering Pharma) nas crises respiratórias. Com o uso do medicamento, 70% dos pacientes tiveram rápida recuperação e melhora dos sintomas em até três dias. Esse índice aumentou para 93% em até cinco dias. O tratamento reduziu para 4,4 dias o impacto da exacerbação no cotidiano dos pacientes e os distúrbios do sono para 2,7 noites. “Outro benefício foi o aumento do intervalo entre as crises, principalmente nos pacientes mais graves e com mais idade”, informa o pneumologista.


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