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Clipping - Morte de Gabrielli vai a júri

Acusado de cometer crime contra criança dentro de uma igreja será julgado em agosto

São Paulo, 21 de maio de 2008

JULGAMENTO
Diário Catarinense

Pouco mais de um ano após a morte de Gabrielli Cristina Eichholz, de um ano e seis meses, a Justiça de Joinville marcou para o dia 14 de agosto o júri popular do servente de pedreiro Oscar Gonçalves do Rosário.

Preso desde 12 de março do ano passado, o acusado chegou a confessar ter violentado e matado Gabrielli, participou da reconstituição, mas negou o crime dias depois.

Gabrielli foi encontrada desacordada no tanque batismal da Igreja Adventista do Sétimo Dia, no Bairro Jardim Iririú, no dia 3 de março de 2007. Ela morreu minutos depois. Rosário foi denunciado pelo Ministério Público (MP) por atentado violento ao pudor e homicídio triplamente qualificado - morte por meio cruel (afogamento), impossibilidade de defesa e prática de crime para garantir impunidade a outra infração penal.

A pena prevista para atentado violento ao pudor é de seis anos. Como a vítima tem menos de 14 anos, aumenta em três anos. O homicídio prevê 12 anos e aumenta em um terço por ser criança. O MP se baseou no laudo do Instituto Médico Legal, que apontou afogamento como a causa da morte. Segundo o promotor Geovani Werner Tramontin, um laudo complementar comprovou a violência sexual.

 


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