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23 de Setembro de 2018




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Fundação Telefônica e Andi anunciam vencedores do 3º Concurso Causos do ECA

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Histórias vencedoras destacam a efetividade do Estatuto na garantia dos direitos das crianças e adolescentes

São Paulo, 13 de novembro de 2007

CIDADANIA
Da Assessoria de Imprensa


Na noite desta segunda-feira, 12 de novembro, a Fundação Telefônica anunciou os vencedores do 3º Concurso Causos do ECA. A gaúcha Alda Pinto Menine foi a vencedora na categoria ECA como instrumento de transformação, com uma história que mostra como a articulação entre os atores da rede de proteção à criança garantiu a uma mãe o direito de reaver a guarda de suas filhas.  Na categoria ECA na Escola, o vencedor foi o mineiro André Bastos Cardoso, com uma história de superação de obstáculos para garantir a uma criança o direito à educação. A cerimônia de premiação aconteceu no Teatro Municipal de São Paulo, com a presença de mais de 500 pessoas.

O Concurso Causos do ECA é uma iniciativa da Fundação Telefônica, em parceria com a Andi (Agência de Notícias dos Direitos da Infância), por meio do portal Pró-Menino (www.promenino.org.br), desenvolvido em conjunto com o Ceats (Centro de Empreendedorismo Social e Administração em Terceiro Setor), ligado à FIA/USP (Fundação Instituto de Administração da Universidade de São Paulo).

O concurso reúne histórias contadas por pessoas comuns que viveram ou presenciaram situações em que o Estatuto mudou a vida de crianças e adolescentes, em duas categorias: “ECA como Instrumento de Transformação” e “ECA na Escola”. O causo vencedor da primeira categoria aconteceu Porto Alegre. As protagonistas são a própria autora, a advogada Alda Pinto Menine, e Mara, separada de suas filhas pelo que considerou preconceito por sua pobreza.

Menine relata a mobilização que foi feita para auxiliar Mara em sua reestruturação social e familiar. “Consegui ‘ver’ a rede em movimento, o grau de competência científica, técnica e política dos serviços, a articulação da sociedade civil e dos espaços institucionais”, descreve, reforçando a eficácia do Estatuto da Criança e do Adolescente como meio de transformação.

Na história vencedora na outra categoria, as protagonistas são a professora Rita e sua aluna Esmeralda, que havia abandonado a escola pela dificuldade de conseguir transporte. A professora usou o ECA para exigir que o direito à educação fosse cumprido, recorrendo às instâncias legais até alcançar o justo resultado. Segundo André Bastos Cardoso, autor do causo, desde o retorno à escola, a menina não se separa dos livros.

Primeiro, segundo e terceiro lugar de cada categoria receberam, respectivamente, um computador e R$ 10 mil; uma máquina fotográfica digital e R$ 5 mil; e uma coleção de livros e R$ 2 mil. As duas melhores histórias foram encenadas pela Cia. Articularte. Os causos finalistas, comentados por personalidades como Renato Aragão, Gabriel, O Pensador, Heródoto Barbeiro, Antônio Carlos Gomes da Costa e Patrícia Saboya, foram reunidos em um livro, lançado durante a cerimônia. Os 20 causos finalistas estão disponíveis no portal.

Vencedores do 3º Concurso Causos do ECA:
Categoria “ECA como instrumento de transformação”
Alda Pinto Menine (Porto Alegre, RS) – Em busca de um direito
Carla Soares Martin (São Paulo, SP) – Xeque-mate
Andréa Nunes Faria da Silva (Ourinhos, SP) – O anel que tu me destes

Categoria “ECA na Escola”
André de Bastos Cardoso (Cana Verde, MG) – Um dos maiores tesouros: o Saber
Ivanete Nunes de Oliveira (Paulo Jacinto, AL) – Do silêncio ao sorriso
Marcela Perdão Capelletto (Itatiba, SP) – Educação e superação: uma realidade!

Números do concurso:
A terceira edição do concurso registrou um recorde de inscrições. Entre março e julho deste ano, o Portal Pró-Menino recebeu 665 histórias. Os textos vieram de todas as regiões do País: 57% das histórias foram enviadas da região Sudeste, seguida das regiões Sul (17%), Nordeste (16%), Centro-Oeste (7%) e Norte (3%). Os temas das histórias foram diversos. Medidas socioeducativas, deficiência, registro de nascimento, inclusão escolar, negligência, violência doméstica e protagonismo juvenil foram alguns deles. As mulheres escreveram mais e correspondem a 68% dos participantes; 95% dos causos foram enviados por adultos.

A categoria geral “ECA como Instrumento de Transformação” recebeu 526 textos, enquanto 139 histórias foram enviadas para a categoria especial “ECA na Escola”. Os conselheiros tutelares representam 30% do total de participantes. Na categoria especial, membros da comunidade escolar são os agentes das histórias. Professores (20%), estudantes (13%) e assistentes sociais (5%) foram os que mais participaram.

Sobre o Portal Pró-Menino
Lançado em novembro de 2003, o Portal Pró-Menino (
www.promenino.org.br) é um importante canal de informação para profissionais que atuam na área da proteção dos direitos de crianças e adolescentes, incluindo a comunidade escolar. Seu objetivo é instrumentalizar profissionais da área, a partir das diretrizes do ECA – Estatuto da Criança e do Adolescente, para que atuem como defensores e promotores dos direitos de jovens e crianças no Brasil.

Sobre a Fundação Telefônica
A Fundação Telefônica (
www.fundacaotelefonica.org.br) foi criada no Brasil em março de 1999, com o objetivo de coordenar o investimento social do Grupo Telefônica no País. Hoje, seus principais programas são EducaRede e Pró-Menino. A Fundação Telefônica mantém ainda os projetos Memória Telefônica (www.museudotelefone.org.br) e Voluntários Telefônica.


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