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Colégio Rio Branco está engajado na inclusão de surdos

A inclusão escolar não é um modo de educar todos, mas uma forma de garantir que cada um aprenda de forma singular e individual

São Paulo, 24 de outubro de 2007



INCLUSÃO
Da Assessoria de Imprensa

Preocupado com a inclusão de surdos nos âmbitos social e cultural, o Colégio Rio Branco e sua mantenedora, a Fundação de Rotarianos de São Paulo (FRSP), lutam pela causa desde 1977. Para isso, a FRSP mantém a Escola para Crianças Surdas Rio Branco (ECS) e mais três entidades que priorizam a ação e disponibilizam intérpretes de Língua Brasileira de Sinais para alunos surdos inclusos em classes regulares do Colégio, das Faculdades Integradas Rio Branco e do Centro Profissionalizante Rio Branco.

A sociedade inclusiva valoriza a diversidade humana e fortalece a aceitação das diferenças individuais. Quanto à educação inclusiva, é necessário compreender que este processo não se restringe a colocação do portador de necessidade especial nas classes regulares, é preciso entender que a inclusão escolar não é um modo de educar todos, mas uma forma de garantir que cada um aprenda, resguardando sua singularidade.

A inclusão escolar traz para dentro dos sistemas educacionais os grupos de "excluídos" e, paralelamente, transforma esses sistemas para que se tornem de qualidade para todos. As instituições de ensino inclusivas são consideradas a vanguarda do processo educacional, pois trabalham para que sua atuação, em todos os níveis, possibilite a inclusão de todos os alunos que dela fazem parte. Tudo isso sem deixar de lado a principal premissa: a aquisição do potencial máximo por cada estudante, apoiada pela equipe técnica, que deve se dedicar ao projeto e ter condições adequadas para atuação.

Este cenário faz parte do dia-a-dia do Colégio Rio Branco. A escola recebe alunos surdos a partir da quinta série do ensino fundamental, oriundos da Escola para Crianças Surdas Rio Branco, onde concluem os estudos até a quarta série. O processo vai além do acolhimento. Os estudantes recebem bolsa de estudos integral, têm intérprete de LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais) disponível em todas as aulas, essencial para o processo de aprendizagem, e são muito bem recebidos pelos ouvintes. Isso porque a interação entre eles começa desde cedo, com atividades em conjunto entre as duas escolas.

Surdos e ouvintes, ainda crianças, aprendem a conviver com as diferenças e a respeitar o outro. Todas as atividades são realizadas em conjunto e fundação mantenedora oferece curso gratuito de LIBRAS para os alunos ouvintes, pais, funcionários e todos os interessados em aprender a língua. O trabalho agrega valor a todos que dele participam. À escola, que exerce seu papel de educar e incluir, aos surdos, que têm oportunidades iguais, aos ouvintes, que aprendem a conviver e entender as diferenças, e a todos que estão envolvidos.

“Nós tratamos e reconhecemos os surdos como minoria cultural e lingüistica. Assim como os ouvintes são pessoas que possuem capacidades e limitações”, enfatiza a coordenadora da ECS e líder do projeto no Colégio Rio Branco, Sabine Vergamini.


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